Quando um treinador prepara um jogo durante a semana, durante 3 dias ou apenas 2 como irá ser no caso do próximo derby na Luz, olha para uma equipa de três formas:
Numa análise por performance
Exemplos - quais os jogadores que estão bem, em baixo de forma, moral elevada, eficiência em frente ao golo
Numa analise por lugar
Exemplo - dos dois laterais direitos quem está melhor
Numa análise por ocupação de espaços
Exemplo - se a equipa jogará melhor frente ao adversário x com 1 ou 2 trincos
Da combinação e soma de análises sai tanto o desenho táctico como o onze titular, os suplentes costumam ser hipóteses de mudanças de desenho ou lesão em lugares em que não existe um jogador “multifunções”. Tudo isto para dizer que este ano o plantel do Sporting tem um acréscimo de valor quando o treinador tiver de optar pela equipa titular.
Apenas o ataque permanece igual, o que é mau. Não há duas épocas iguais, mas com os mesmos jogadores para atacar a baliza, não será nada demais imaginar que Djaló, Postiga e Saleiro vão disputar a vaga ao lado de Liedson. Djaló parece querer começar bem, mas será só até à próxima derrota, então dará lugar a Postiga e assim sucessivamente.
Apesar deste cenário, a verdade é que existe boa concorrência para cada lugar senão vejamos:
Patrício – Hildebrand
Pereira – Abel
Evaldo – Grimi
Carriço e Coelho – Polga e Torsiglieri
Mendes – A.Santos
Maniche – Zapater
Fernandez – Tales
Valdês – Vukcevic
Izmailov – Salomão
Djalo – Postiga
Liedson – Saleiro
Se na baliza, no centro da defesa e nas alas a coisa vai andar quente este ano, é pena que Evaldo e Liedson não tenham objectivamente concorrência à sua altura. Em boa verdade todas as equipas apresentam lugares onde não existem 2 jogadores com igualdade de circunstâncias e quanto maior o talento mais dificilmente existirá um concorrente.
Podemos ver a questão sempre de duas formas. Ou Evaldo deixou para trás Grimi, ou Grimi é tão mau que não “ameaça” Evaldo. Estarão as duas correctas, mas será porventura mais motivador optar por pensar na primeira. Basta olhar para a o início da última época para entendermos as diferenças e a sua dimensão:
Patrício – Tiago
Abel – P.Silva
Grimi – Marques
Polga e Tonel – Carriço e Caneira
M.Veloso - Adrien
Moutinho
Fernandez
Izmailov – Pereirinha
Vukcevic - Djalo
Caicedo – Postiga
Liedson - Saleiro
Retirei desta “luta” Rochemback e Ângulo, já que a participação destes foi claramente um erro de casting. Assim, é mais fácil “ver” que Pouco havia de concorrência e não fora as lesões de Izmailov, Vukcevic e Liedson e ainda teria havido menos oportunidades para entrar no onze. Em Janeiro corrigiram-se 2 lugares e Pongolle viria a nunca convencer, mantendo-se o vazio no ataque.
Espero que este ano esta disputa em várias zonas do terreno tenha os seus frutos e que Paulo Sérgio não tenha de alinhar com um jogador apenas porque não existe uma alternativa, é mau para o jogador e é muito mau para a equipa. Numa semana, em qualquer plantel de futebol profissional, devem existir sempre duas vitórias: ganhar a titularidade e depois ganhar o jogo. A primeira dará muitas bases para que a segunda aconteça.
Para que esta meritocracia exista e seja real, o treinador terá sempre, mas sempre de escolher o jogador que está melhor física e psicologicamente, mesmo que isso implique deixar as “vacas sagradas” de fora. Basta uma escolha errada e o jogador perderá a confiança nas portas que o treino lhe poderá abrir. Daqui até à auto-gestão é apenas um passo e o Sporting na época passada foi só isso – deixar passar a época.
Até breve
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Descubra as diferenças
Desde sempre que achei que uma equipa não deve viver de "lamentações" para se orientar a cumprir objectivos. Mas existe uma realidade que longe de ser uma vitimização, é uma grande diferença de tratamento. Falo da "eterna" vontade de motivar os adeptos benfiquistas e desmotivar os adeptos leoninos. O canal é a imprensa, e já começa a ser demais a decalage de noticias que afectam um clube e o outro.
O Benfica começou miserável, o Sporting começou mal. Mas não é isso que consta dos jornais. No Record e Bola o Sporting terá de confirmar a sua subida de rendimento e o fracasso de Pongolle, enquanto no Benfica é realçado o goleador Cardoso, a grande novidade Salvio, o sempre comandante Aimar, o infortúnio de Coentrão que estava a iniciar outra grande época, desapareceram as referências a Roberto e ninguém fala do desacerto de David Luiz ou Luisão.
É como uma realidade virtual que se constrói todos os dias. Ás vezes impulsiona a equipa, o que foi visível na última época, noutras criou um fosso de verdade em que os jogadores encarnados não estiveram à altura. Na minha opinião destaca-se pouco as virtudes deste Sporting e exagera-se um pouco na capacidade actual deste Benfica. A próxima jornada será esclarecedora. O Sporting recebe em sua casa o Olhanense e o Benfica desloca-se a Guimarães. Ambos os testes são complicados. Em Alvalade a equipa algarvia vai tentar no contra-ataque surpreender os leões enquanto este renovado Guimarães irá tentar confirmar o seu bom momento e sobretudo aproveitar o facto da equipa de Jorge Jesus estar proibida de perder.
A 6 pontos do Porto, perder na cidade berço pode à 4ª jornada "quebrar" grande parte do balanço de campeão deste Benfica. De seguida recebe o Sporting o que ainda ajudará a mais stress. Para culminar vai à Madeira defrontar o Maritimo e recebe o Braga. O Sporting depois da Luz, recebe o Nacional e desloca-se a Aveiro para enfrentar o Beira-Mar. Afinal quem é que vai ter um Setembro complicado? Parece-me que os jornais estão a fazer um belo trabalho em "acalmar" os benfas. Penso que para o Benfica podem acontecer dois cenários: acabar a 7ª jornada a 10 ou 11 pontos ou manter os 6 que tem, quiça recuperando alguns. Para o segundo cenário vai ser preciso um Benfica que ainda ninguém (excepto a tal imprensa) pôs a vista em cima.
Entre cenários mais dramáticos e heróicos, a verdade pura e dura é que dos 3 grandes, Benfica é o que parece envolto em piores lençóis e apesar de parecer que Paulo Sérgio era o treinador que iria trabalhar com mais brasas no seu programa, não é de todo surpreendente se Jesus não chegar a ver a 9ª jornada no banco encarnado. No futebol tudo muda em poucos jogos e não acho que esteja nada decidido, Sporting e Benfica jogam pouco, o Porto não está a dar facilidades e o Braga confirma-se como um forte competidor neste campeonato. Nos próximos dias é de esperar a onda actual de tranquilizantes e anti-depressivos para Jesus e companhia, um colinho diga-se, muito conveniente para uma equipa sem margem de manobra.
Até breve.
O Benfica começou miserável, o Sporting começou mal. Mas não é isso que consta dos jornais. No Record e Bola o Sporting terá de confirmar a sua subida de rendimento e o fracasso de Pongolle, enquanto no Benfica é realçado o goleador Cardoso, a grande novidade Salvio, o sempre comandante Aimar, o infortúnio de Coentrão que estava a iniciar outra grande época, desapareceram as referências a Roberto e ninguém fala do desacerto de David Luiz ou Luisão.
É como uma realidade virtual que se constrói todos os dias. Ás vezes impulsiona a equipa, o que foi visível na última época, noutras criou um fosso de verdade em que os jogadores encarnados não estiveram à altura. Na minha opinião destaca-se pouco as virtudes deste Sporting e exagera-se um pouco na capacidade actual deste Benfica. A próxima jornada será esclarecedora. O Sporting recebe em sua casa o Olhanense e o Benfica desloca-se a Guimarães. Ambos os testes são complicados. Em Alvalade a equipa algarvia vai tentar no contra-ataque surpreender os leões enquanto este renovado Guimarães irá tentar confirmar o seu bom momento e sobretudo aproveitar o facto da equipa de Jorge Jesus estar proibida de perder.
A 6 pontos do Porto, perder na cidade berço pode à 4ª jornada "quebrar" grande parte do balanço de campeão deste Benfica. De seguida recebe o Sporting o que ainda ajudará a mais stress. Para culminar vai à Madeira defrontar o Maritimo e recebe o Braga. O Sporting depois da Luz, recebe o Nacional e desloca-se a Aveiro para enfrentar o Beira-Mar. Afinal quem é que vai ter um Setembro complicado? Parece-me que os jornais estão a fazer um belo trabalho em "acalmar" os benfas. Penso que para o Benfica podem acontecer dois cenários: acabar a 7ª jornada a 10 ou 11 pontos ou manter os 6 que tem, quiça recuperando alguns. Para o segundo cenário vai ser preciso um Benfica que ainda ninguém (excepto a tal imprensa) pôs a vista em cima.
Entre cenários mais dramáticos e heróicos, a verdade pura e dura é que dos 3 grandes, Benfica é o que parece envolto em piores lençóis e apesar de parecer que Paulo Sérgio era o treinador que iria trabalhar com mais brasas no seu programa, não é de todo surpreendente se Jesus não chegar a ver a 9ª jornada no banco encarnado. No futebol tudo muda em poucos jogos e não acho que esteja nada decidido, Sporting e Benfica jogam pouco, o Porto não está a dar facilidades e o Braga confirma-se como um forte competidor neste campeonato. Nos próximos dias é de esperar a onda actual de tranquilizantes e anti-depressivos para Jesus e companhia, um colinho diga-se, muito conveniente para uma equipa sem margem de manobra.
Até breve.
sábado, 4 de setembro de 2010
Um empate com extra sabor a derrota
Foi de pasmar. Tanto talento na frente e tanto nervosismo lá atrás. O que tinha aquela defesa que os cipriotas pareciam escorregar por entre os jogadores portugueses? Eram pequenos e difíceis de ver? O futebol era demasiado baixo? Que mal ficaram neste empate Miguel, Coentrão, Alves e Carvalho e já agora Fernandes e Meireles. A responsabilidade de uma equipa também é defender, se em que jogo for. Se assim não fosse não eram precisos defesas contra equipas de rankings mais humilde. Grande lição contra a arrogância de uma equipa que pareceu sempre ter o que era preciso para golear copiosamente este fraco Chipre. Não deu, esqueceram-se que mesmos os insignificantes 4 ou 5 ataques que costumam fazer podem dar em golo.
Até breve.
Até breve.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Batidas no Ceguinho
Costinha fechou a porta. Não há mais reforços e as notícias de que o Sporting procura um avançado sem clube não fazem qualquer sentido. Não há pinheiro e a oliveira alemã com o arbusto brasileiro são mesmo as últimas aquisições do emblema de Alvalade. Não vale a pena tecer mais críticas sobre a necessidade urgente de um ponta-de-lança, não chegou e agora vamos ter de “exigir” golos a quem já comprovou que não é capaz de os marcar. É preciso uma super temporada de Postiga ou Djaló, com as boas saídas de banco de Saleiro, sempre e cada vez mais para acompanhar o eterno Liedson.
Noutro panorama, mais uma vez o Sporting complica a sua própria vida e condiciona os seus caminhos para o sucesso. Ao não pedir adiamento do seu jogo na 5ª jornada, vai mesmo visitar o Benfica na sua casa com menos 2 dias de descanso que o rival. É incompreensível, ilógico e roça a sobranceria. Seja um problema de esquecimento ou opção, será sempre um sintoma de incompetência técnica. Se o Sporting perder o jogo, será ridículo ver Paulo Sérgio a desculpar-se com o que quer que seja. Com esta opção, obriga-se uma equipa a ir à Luz empatar ou ganhar, qualquer outro resultado irá expor a equipa ao fraco profissionalismo dos seus técnicos. O Benfica tem uma dívida por saldar em termos de adiamento e sem qualquer justificação, não exercemos a moeda de troca.
Continuam a pairar sobre Alvalade os ataques de Paulo Barbosa sobre a exclusão de Caneira da equipa. Não se admite um empresário a chamar “garotos” aos responsáveis leoninos, tolerar estas atitudes é não impor qualquer tipo de respeito nos media. O empresário por casos parecidos com este já tem a porta fechada no Benfica, penso que se não fosse por Izmailov, já Costinha tinha respondido às últimas afirmações de Barbosa. É uma escolha, o desprezo. Mas tem custos e serão agravados no futuro se permitirmos este tipo de afirmações.
Tales e Hildebrand vão ser apresentados hoje em conferência de imprensa. Será das poucas vezes que podemos assistir a uma apresentação de um internacional sub21 brasileiro e um internacional alemão juntos. Parece que existe uma desvalorização quanto à importância destes reforços. Sim, chegaram depois da hora. Sim, um veio emprestado e outro a custo zero. Mas isso não deve “desmotivar” os adeptos quanto ao seu valor e potencial. Hildebrand é um bom guarda-redes em qualquer parte do mundo e o miúdo Tales só pode surpreender, uma vez que a exigência sobre a sua prestação é pouco mais que nenhuma. Nisso aprendemos com erros chamados Celsinhos ou Kmets.
Até breve.
Noutro panorama, mais uma vez o Sporting complica a sua própria vida e condiciona os seus caminhos para o sucesso. Ao não pedir adiamento do seu jogo na 5ª jornada, vai mesmo visitar o Benfica na sua casa com menos 2 dias de descanso que o rival. É incompreensível, ilógico e roça a sobranceria. Seja um problema de esquecimento ou opção, será sempre um sintoma de incompetência técnica. Se o Sporting perder o jogo, será ridículo ver Paulo Sérgio a desculpar-se com o que quer que seja. Com esta opção, obriga-se uma equipa a ir à Luz empatar ou ganhar, qualquer outro resultado irá expor a equipa ao fraco profissionalismo dos seus técnicos. O Benfica tem uma dívida por saldar em termos de adiamento e sem qualquer justificação, não exercemos a moeda de troca.
Continuam a pairar sobre Alvalade os ataques de Paulo Barbosa sobre a exclusão de Caneira da equipa. Não se admite um empresário a chamar “garotos” aos responsáveis leoninos, tolerar estas atitudes é não impor qualquer tipo de respeito nos media. O empresário por casos parecidos com este já tem a porta fechada no Benfica, penso que se não fosse por Izmailov, já Costinha tinha respondido às últimas afirmações de Barbosa. É uma escolha, o desprezo. Mas tem custos e serão agravados no futuro se permitirmos este tipo de afirmações.
Tales e Hildebrand vão ser apresentados hoje em conferência de imprensa. Será das poucas vezes que podemos assistir a uma apresentação de um internacional sub21 brasileiro e um internacional alemão juntos. Parece que existe uma desvalorização quanto à importância destes reforços. Sim, chegaram depois da hora. Sim, um veio emprestado e outro a custo zero. Mas isso não deve “desmotivar” os adeptos quanto ao seu valor e potencial. Hildebrand é um bom guarda-redes em qualquer parte do mundo e o miúdo Tales só pode surpreender, uma vez que a exigência sobre a sua prestação é pouco mais que nenhuma. Nisso aprendemos com erros chamados Celsinhos ou Kmets.
Até breve.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Os nomes dos Bois
Já todos devem ter entendido que não gramo o Professor Queiroz nem um pouco e para saber as razões basta ler os posts que escrevi. Agora não se corrige injustiça com mais injustiça. É óbvio que este "caso Queiroz" é uma manobra política desenhada pelo poder com a intenção de despedir o Seleccionador com justa causa.
Qual é o interesse do Governo no castigo ou despedimento do treinador da Equipa de Portugal? Nenhum. O que Laurentino Dias anda a fazer é um grande favor à vontade da FPF. A instituição está "pressionada" pelo mau estar de alguns jogadores-chave que não "querem" ser treinados por Queiroz. Assim e porque isso não serve de motivo para nenhum despedimento, a Presidência da Federação "parece" estar do lado de Queiroz, enquanto o Laurentino faz o trabalho sujo.
É muito triste tudo isto e pessoas como o Sr.Amândio de Carvalho ou o Sr. Madail são verdadeiros hinos à incompetência e acomodação a cargos, numa manifestação de enorme instinto de sobrevivência, bem ao jeito dos vírus ou de outros parasitas. Não são os únicos em órgãos de utilidade pública, é um dos maiores problemas da sociedade portuguesa, a acomodação dos decisores ou gestores que se alegram em manter o seu estatuto em vez de pensar na evolução das suas instituições, ou seja, mama.
É me indiferente o fim deste caso, ou melhor, até gostaria que Queiroz fosse despedido, mas pela sua incompetência e nunca por jogos de política reles. Para a reflexão de todos relembro ao Sr. Laurentino Dias (que faz vista grossa à perda do estatuto de utilidade pública da Federação, o que é ilegal) que esta FPF esteve sempre do lado do Seleccionador em casos até mais graves do que este. A época de Scolari e António Oliveira está recheada de justa causas. O que mudou? O salário.
"...It´s about the money, its always about the money..."
Até breve.
Qual é o interesse do Governo no castigo ou despedimento do treinador da Equipa de Portugal? Nenhum. O que Laurentino Dias anda a fazer é um grande favor à vontade da FPF. A instituição está "pressionada" pelo mau estar de alguns jogadores-chave que não "querem" ser treinados por Queiroz. Assim e porque isso não serve de motivo para nenhum despedimento, a Presidência da Federação "parece" estar do lado de Queiroz, enquanto o Laurentino faz o trabalho sujo.
É muito triste tudo isto e pessoas como o Sr.Amândio de Carvalho ou o Sr. Madail são verdadeiros hinos à incompetência e acomodação a cargos, numa manifestação de enorme instinto de sobrevivência, bem ao jeito dos vírus ou de outros parasitas. Não são os únicos em órgãos de utilidade pública, é um dos maiores problemas da sociedade portuguesa, a acomodação dos decisores ou gestores que se alegram em manter o seu estatuto em vez de pensar na evolução das suas instituições, ou seja, mama.
É me indiferente o fim deste caso, ou melhor, até gostaria que Queiroz fosse despedido, mas pela sua incompetência e nunca por jogos de política reles. Para a reflexão de todos relembro ao Sr. Laurentino Dias (que faz vista grossa à perda do estatuto de utilidade pública da Federação, o que é ilegal) que esta FPF esteve sempre do lado do Seleccionador em casos até mais graves do que este. A época de Scolari e António Oliveira está recheada de justa causas. O que mudou? O salário.
"...It´s about the money, its always about the money..."
Até breve.
Português para burros
Agostinho Oliveira explicou o regresso de João Moutinho à convocatória da selecção nacional. O técnico interino, em substituição de Carlos Queiroz, refere que Moutinho “retomou à forma inicial e, por isso, tem lugar na selecção”… O treinador explica a ausência do médio no Mundial da África do Sul, afirmando que “antes da convocatória, verificámos que o jogador, em função da saturação e dos muitos jogos nas pernas, podia não estar no seu melhor momento”.
OJOGO, 2 de Setembro de 2010-09-02
Ora cá está. Fantástica explicação. Apetece-me dizer ao Agostinho e já agora ao Queiroz que:
1-Por esta razão não tinha ido ao Mundial Ronaldo e todos os jogadores ingleses, franceses, italianos;
2-Que as concentrações ou estágios um mês antes de um Mundial ou Europeu servem para recuperar o desgaste físico de qualquer jogador;
3-Moutinho não teve nenhuma lesão e logo era quanto muito um caso de preparação ao contrário de Pepe, Deco e Ricardo Carvalho;
4-Os Sportinguistas não são otários e explicações como estas ofendem a inteligência de qualquer entendedor do futebol português e meandros do mesmo.
Até breve.
OJOGO, 2 de Setembro de 2010-09-02
Ora cá está. Fantástica explicação. Apetece-me dizer ao Agostinho e já agora ao Queiroz que:
1-Por esta razão não tinha ido ao Mundial Ronaldo e todos os jogadores ingleses, franceses, italianos;
2-Que as concentrações ou estágios um mês antes de um Mundial ou Europeu servem para recuperar o desgaste físico de qualquer jogador;
3-Moutinho não teve nenhuma lesão e logo era quanto muito um caso de preparação ao contrário de Pepe, Deco e Ricardo Carvalho;
4-Os Sportinguistas não são otários e explicações como estas ofendem a inteligência de qualquer entendedor do futebol português e meandros do mesmo.
Até breve.
Legítima defesa
JEB veio ontem manifestar a sua admiração pela não convocação de Rui Patrício para a Selecção A. Confesso que também é a minha opinião, sendo que pelo menos para substituto de Eduardo o jogador sportinguista está mais que qualificado. Apesar de ter a certeza que este tipo de "tiro" deve ser disparado pelo Director Desportivo Costinha e não pelo líder da SAD, a verdade é que gostei de ver finalmente o Presidente a "atacar" alguém, especialmente quando está a defender o interesse da valorização de um activo do Sporting e por que o faz contra alguém da FPF.
É certo que a convocação de Coelho é justa, mas para o seu lugar a Selecção tem abundância de escolhas, Bruno Alves, Rolando, Ricardo Carvalho, Fernando Meira. Seria mais lógico a escolha por Carriço, que é capitão, mas já é normal que os capitães leoninos sejam preteridos nas escolhas de Queiroz. Pode-se argumentar a importância de qualificar os sub21 onde Patrício e Carriço irão ser titulares, mas esta "armadilha" já foi usada no passado e o que é certo é que depois de serem sempre titulares nas camadas jovens os jogadores do Sporting têm muita dificuldade em ser convocados para a Selecção A. Djaló é a uma excepção que estranho e que cada vez mais acho suspeito.
Até breve
É certo que a convocação de Coelho é justa, mas para o seu lugar a Selecção tem abundância de escolhas, Bruno Alves, Rolando, Ricardo Carvalho, Fernando Meira. Seria mais lógico a escolha por Carriço, que é capitão, mas já é normal que os capitães leoninos sejam preteridos nas escolhas de Queiroz. Pode-se argumentar a importância de qualificar os sub21 onde Patrício e Carriço irão ser titulares, mas esta "armadilha" já foi usada no passado e o que é certo é que depois de serem sempre titulares nas camadas jovens os jogadores do Sporting têm muita dificuldade em ser convocados para a Selecção A. Djaló é a uma excepção que estranho e que cada vez mais acho suspeito.
Até breve
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Quando se perdem os valores
"Esforço, Dedicação, Devoção e Glória"
Não é uma frase. Não é um cliché. Não serve para decorar artigos de merchandising. É um lema. Um conjunto de palavras com significado. Não sei porque sou do Sporting, mas tenho orgulho no símbolo, na camisola, no estádio e mais do que tudo nos valores. Continuaria a ser fã se o clube mudasse de cidade, de equipamento, de estádio ou logótipo. Mas existem valores, identidades imutáveis que não se podem prescindir.
Ser do Sporting é vibrar sempre que se houve o nome Sporting, é ter uma preferência inexplicável por tudo o que é verde, é entender a imagem do leão como algo mais do que um mamífero da savana africana. Mas é sobretudo e antes de tudo respeitar a história, o passado e as ideias que construíram o clube. Na verdade o Sporting é uma ideia. Uma ideia que pode deixar de ser pensada. Quando isso começar a acontecer, o clube definhará e deixará de fazer sentido para crianças e adolescentes como eu fui.
Durante quase 100 anos o clube viveu, ganhou, perdeu, mas também cresceu. Aumentou o seu número de sócios, aumentou o seu património, aumentou a sua glória, disseminou a sua mensagem e o seu lema alimentou a ambição de querer ser sempre maior. Algo mudou. Desde que João Rocha deixou o clube que se perdeu algo do que é ser Sporting. Não é uma questão de presidentes, é e sempre foi uma questão de identidade. Jorge Gonçalves, Sousa Cintra, Santana Lopes, Roquette, Dias da Cunha, Soares Franco e Bettencourt são tão adeptos como eu e fizeram o que sabiam para impedir a "queda" do espírito, da tal mística. Ocasionalmente conseguiram-no.
Mas é preciso mais. Foi tentado no Centenário fazer renascer a "chama", o fervor, a paixão e o colectivismo. Mas foi mal feito. Num espírito de associativismo não existem categorias de adeptos, extractos ou elites. Não existem VIPs, honorários ou notáveis, mas desde há mais de 20 anos que o clube mantém um status quo de pouca abertura a novas ideias, novas pessoas. Esta consanguinidade geracional está a "matar a espécie". Está a fazer com que não se adapte a novos tempos e principalmente aos novos adeptos.
O adepto do Sporting está envelhecido, alheado e auto-destrutivo. Vejo-o em blogs, comentários, guerras entre facções de notáveis e "paineleiros". Vejo-o na queda de espectadores no estádio, de audiências, de número de sócios pagantes efectivos, provavelmente na queda de receitas de merchandising. Estes são números que não mentem e falam de uma desvalorização da Ideia Sporting. Nem tudo se explica através dos títulos.
Há muito mais a fazer do que ganhar campeonatos.
Temos de reinventar a ligação dos adeptos com o clube, dos adeptos com os símbolos vivos da sua história, dos dirigentes com os adeptos. O Sporting é uma Ideia e temos de nos preocupar como está a ser pensada hoje em dia. O que quer dizer? Onde está? Como se manifesta? Como pode crescer? Ou por outras palavras: O que é um adepto do Sporting, onde está, como vive a sua paixão clubística, como podemos aproximá-lo do clube para que "crie" uma nova geração de sportinguistas. Estas são as perguntas que ninguém quer fazer e este estado de declinio é só um reflexo da falta de coragem e honestidade que graça em todos nós.
Queremos fingir que tudo depende de um título, de uma glória próxima, que irá colocar o clube mais uma vez numa curva ascendente. Sabemos que estamos enganados e quanto mais adiarmos as perguntas, mais demoraremos a encontrar as respostas. Ouvi uma vez a um velho sócio no Estádio de Alvalade a seguinte frase: "O Sporting não é o que tu queres, é o que tu consegues." O que é que nós, incluo-me, temos conseguido como adeptos, dirigentes, funcionários, praticantes? Que parte do lema temos respeitado?
Até breve
Não é uma frase. Não é um cliché. Não serve para decorar artigos de merchandising. É um lema. Um conjunto de palavras com significado. Não sei porque sou do Sporting, mas tenho orgulho no símbolo, na camisola, no estádio e mais do que tudo nos valores. Continuaria a ser fã se o clube mudasse de cidade, de equipamento, de estádio ou logótipo. Mas existem valores, identidades imutáveis que não se podem prescindir.
Ser do Sporting é vibrar sempre que se houve o nome Sporting, é ter uma preferência inexplicável por tudo o que é verde, é entender a imagem do leão como algo mais do que um mamífero da savana africana. Mas é sobretudo e antes de tudo respeitar a história, o passado e as ideias que construíram o clube. Na verdade o Sporting é uma ideia. Uma ideia que pode deixar de ser pensada. Quando isso começar a acontecer, o clube definhará e deixará de fazer sentido para crianças e adolescentes como eu fui.
Durante quase 100 anos o clube viveu, ganhou, perdeu, mas também cresceu. Aumentou o seu número de sócios, aumentou o seu património, aumentou a sua glória, disseminou a sua mensagem e o seu lema alimentou a ambição de querer ser sempre maior. Algo mudou. Desde que João Rocha deixou o clube que se perdeu algo do que é ser Sporting. Não é uma questão de presidentes, é e sempre foi uma questão de identidade. Jorge Gonçalves, Sousa Cintra, Santana Lopes, Roquette, Dias da Cunha, Soares Franco e Bettencourt são tão adeptos como eu e fizeram o que sabiam para impedir a "queda" do espírito, da tal mística. Ocasionalmente conseguiram-no.
Mas é preciso mais. Foi tentado no Centenário fazer renascer a "chama", o fervor, a paixão e o colectivismo. Mas foi mal feito. Num espírito de associativismo não existem categorias de adeptos, extractos ou elites. Não existem VIPs, honorários ou notáveis, mas desde há mais de 20 anos que o clube mantém um status quo de pouca abertura a novas ideias, novas pessoas. Esta consanguinidade geracional está a "matar a espécie". Está a fazer com que não se adapte a novos tempos e principalmente aos novos adeptos.
O adepto do Sporting está envelhecido, alheado e auto-destrutivo. Vejo-o em blogs, comentários, guerras entre facções de notáveis e "paineleiros". Vejo-o na queda de espectadores no estádio, de audiências, de número de sócios pagantes efectivos, provavelmente na queda de receitas de merchandising. Estes são números que não mentem e falam de uma desvalorização da Ideia Sporting. Nem tudo se explica através dos títulos.
Há muito mais a fazer do que ganhar campeonatos.
Temos de reinventar a ligação dos adeptos com o clube, dos adeptos com os símbolos vivos da sua história, dos dirigentes com os adeptos. O Sporting é uma Ideia e temos de nos preocupar como está a ser pensada hoje em dia. O que quer dizer? Onde está? Como se manifesta? Como pode crescer? Ou por outras palavras: O que é um adepto do Sporting, onde está, como vive a sua paixão clubística, como podemos aproximá-lo do clube para que "crie" uma nova geração de sportinguistas. Estas são as perguntas que ninguém quer fazer e este estado de declinio é só um reflexo da falta de coragem e honestidade que graça em todos nós.
Queremos fingir que tudo depende de um título, de uma glória próxima, que irá colocar o clube mais uma vez numa curva ascendente. Sabemos que estamos enganados e quanto mais adiarmos as perguntas, mais demoraremos a encontrar as respostas. Ouvi uma vez a um velho sócio no Estádio de Alvalade a seguinte frase: "O Sporting não é o que tu queres, é o que tu consegues." O que é que nós, incluo-me, temos conseguido como adeptos, dirigentes, funcionários, praticantes? Que parte do lema temos respeitado?
Até breve
A imprensa que temos
Fechado o período de transferências quero deixar aqui uma pequena reflexão. Temos um mau jornalismo desportivo em Portugal. Caracterizo-o como especulativo, sem qualquer preocupação deontológica e subserviente a poderes de bastidores. É normal haver alguma simpatia por parte de meios de informação por um ou mais clubes, mas em Portugal essa pequena grande falha é ridiculamente não assumida e prejudicial.
Com o jornal A´Bola e o OJogo em extremos opostos (Benfica e Porto) e um Record a pender para o mercado dos benfas, a verdade é que DN, Sic, TVI, SportTV Expresso e Antena 1 estão cada vez mais influenciados por esta onda "clubistica". Escapam a meu ver o Jornal "I", Rádio Renanscença e RTP que mantém alguma isenção e não costumam embarcar no beija-mão vermelho ou azul. A simpatia pelo Sporting há muito que desapareceu, em meados dos anos 90 as redacções invertem os seus modelos de negócios ou são por motivos de aquisição de grupos de media, "obrigadas" a pender a balança para as "maiorias".
Por esta razão principalmente, temos hoje uma imprensa bastante adversa que se delicía e faz deliciar com as falhas que vão acontecendo em Alvalade. Graças aos Sportinguistas mais razoáveis que fazem uma boa prestação como opinion leaders os adeptos leoninos não se deixam contagiar por esta constante intoxicação. Deixo só um 2 exemplos: se o Sporting tivesse 4 derrotas em 4 jogos consecutivos, 3 deles oficiais, já estávamos numa crise profunda, já havia treinadores em brasa e jogadores com o rótulo de "falhados". Se o Sporting contratasse um guarda-redes por 8,5 milhões e o mesmo desse 6 ou 7 frangos em 4 jogos seguidos, teríamos não um jogador fragilizado e um treinador desconfiado, mas sim um jogador destruído e um treinador incompetente.
Nesta pré-época, a imprensa adiantou 81 nomes de futebolistas (ver separador no Blog "reforços) como "reforços" para o Sporting, destes apenas 4 foram confirmados. Isto não é jornalismo é sensacionalismo. Não sei o que pensam os chefes de redacção dos maiores jornais desportivos, mas destes 81 quantos terão sido mesmo dossiers em marcha no departamento leonino? Metade, um terço, 10%? Não tem qualificação este serviço que pode e deve ser combatido. Já muito pouco separa a verdade da mentira e já ninguém sabe o que significa ser "um bom jornalista". Interessam os números, as vendas, divertir os benfiquistas e humilhar os sportinguistas.
Uma palavra a Costinha e ao departamento de futebol profissional do Sporting. Foram 9 os reforços e apenas 4 alimentaram as novelas habituais. Evaldo, Maniche, Valdez e André Santos foram, por vários motivos, processos que tiveram bastante acompanhamento nos media, mas Hildebrand, Torsiglieri, Coelho, Zapater e Tales só foram conhecidos quando o Sporting quis que fossem. Já é uma mudança. No passado recente não havia sequer a hipótese de iniciar um negócio sem que o mesmo aparecesse nas capas dos jornais, sempre com o prejuízo da instituição verde e branca.
Fica a opinião e o desagrado. Sei que expresso o que a maioria dos nossos adeptos sentem e vêem todos os dias ao ver os telejornais ou nas bancas de jornais. Podia, devia e terá que ser melhorada a nossa relação com os media, sendo que o respeito institucional é a base de tudo, algo que não existe neste momento.
Até breve
Com o jornal A´Bola e o OJogo em extremos opostos (Benfica e Porto) e um Record a pender para o mercado dos benfas, a verdade é que DN, Sic, TVI, SportTV Expresso e Antena 1 estão cada vez mais influenciados por esta onda "clubistica". Escapam a meu ver o Jornal "I", Rádio Renanscença e RTP que mantém alguma isenção e não costumam embarcar no beija-mão vermelho ou azul. A simpatia pelo Sporting há muito que desapareceu, em meados dos anos 90 as redacções invertem os seus modelos de negócios ou são por motivos de aquisição de grupos de media, "obrigadas" a pender a balança para as "maiorias".
Por esta razão principalmente, temos hoje uma imprensa bastante adversa que se delicía e faz deliciar com as falhas que vão acontecendo em Alvalade. Graças aos Sportinguistas mais razoáveis que fazem uma boa prestação como opinion leaders os adeptos leoninos não se deixam contagiar por esta constante intoxicação. Deixo só um 2 exemplos: se o Sporting tivesse 4 derrotas em 4 jogos consecutivos, 3 deles oficiais, já estávamos numa crise profunda, já havia treinadores em brasa e jogadores com o rótulo de "falhados". Se o Sporting contratasse um guarda-redes por 8,5 milhões e o mesmo desse 6 ou 7 frangos em 4 jogos seguidos, teríamos não um jogador fragilizado e um treinador desconfiado, mas sim um jogador destruído e um treinador incompetente.
Nesta pré-época, a imprensa adiantou 81 nomes de futebolistas (ver separador no Blog "reforços) como "reforços" para o Sporting, destes apenas 4 foram confirmados. Isto não é jornalismo é sensacionalismo. Não sei o que pensam os chefes de redacção dos maiores jornais desportivos, mas destes 81 quantos terão sido mesmo dossiers em marcha no departamento leonino? Metade, um terço, 10%? Não tem qualificação este serviço que pode e deve ser combatido. Já muito pouco separa a verdade da mentira e já ninguém sabe o que significa ser "um bom jornalista". Interessam os números, as vendas, divertir os benfiquistas e humilhar os sportinguistas.
Uma palavra a Costinha e ao departamento de futebol profissional do Sporting. Foram 9 os reforços e apenas 4 alimentaram as novelas habituais. Evaldo, Maniche, Valdez e André Santos foram, por vários motivos, processos que tiveram bastante acompanhamento nos media, mas Hildebrand, Torsiglieri, Coelho, Zapater e Tales só foram conhecidos quando o Sporting quis que fossem. Já é uma mudança. No passado recente não havia sequer a hipótese de iniciar um negócio sem que o mesmo aparecesse nas capas dos jornais, sempre com o prejuízo da instituição verde e branca.
Fica a opinião e o desagrado. Sei que expresso o que a maioria dos nossos adeptos sentem e vêem todos os dias ao ver os telejornais ou nas bancas de jornais. Podia, devia e terá que ser melhorada a nossa relação com os media, sendo que o respeito institucional é a base de tudo, algo que não existe neste momento.
Até breve
9º Reforço - Timo Hildebrand
31 anos, e 1,86m de altura. Um guarda-redes com nome no futebol internacional. Muita experiência e bons clubes na carteira, o internacional alemão nem sempre foi muito "amado" pelo fãs dos clubes que representou. É daqueles keepers que é capaz de tudo, de grandes exibições pode passar para péssimas prestações. É forte entre os postes onde revela bons reflexos, mas nas saídas aéreas é muito lento e equipa que o defronte costuma usar e abusar de cruzamentos para a sua "zona". Boa aquisição, especialmente para "obrigar" Patrício a agarrar definitivamente o seu lugar na baliza do Sporting e quem sabe algo mais.
Pontos fortes:
Reflexos.
Pontos fracos:
Mais inconsistente na "mancha" e nas saídas de bolas pelo ar.
O historial do jogador:
99/00 - Estugarda
00/01 - Estugarda
01/02 - Estugarda
02/03 - Estugarda
03/04 - Estugarda
04/05 - Estugarda
06/06 - Estugarda
06/07 - Estugarda
07/08 - Valência
09/10 - Hoffenheim
Carreira clubes
10 época de futebol profissional, com 285 jogos.
Carreira Selecção Brasileira
18 internacionalizações nos sub19 e sub21, 7 internacionalizações A
É claramente um jogador para competir com Patrício e quem sabe nalguma baixa de forma do português, roubar-lhe o lugar. É um óptimo reforço para um lugar em que não havia muita escolha e, mais grave ainda, muita concorrência. Bom trabalho de Costinha ao ir buscar a custo zero um internacional alemão, a idade embora avançada não será um problema, na posição de "portero" um jogador pode competir a alto nível até aos 34/35 anos.
Até breve
8º Reforço - Tales Souza
20 anos, e 1,68m de altura. Este jogador da cantera do Internacional de Porto Alegre é um jogador muito criativo, rápido e apesar do fraco porte e nível atlético é de repelões que impõe o seu jogo. É um jogador ainda sem história, com uma participação num mundial Sub21 e algum futuro antevisto por quem já o treinou. Esteve à experiência no Braga já esta época mas não convenceu. Joga atrás do ponta-de-lança como pivot ofensivo.
Pontos fortes:
Rapidez, drible e muita velocidade.
Pontos fracos:
É um jogador com pouca resistência ao choque e "apaga-se" durante largos períodos do jogo.
O historial do jogador:
09/10 - Inter PA(Brasil)
Carreira clubes
1 época de futebol profissional, com 7 jogos..
Carreira Selecção Brasileira
8 internacionalizações nos sub19 e sub21, 2 golos marcados.
Para jogar na "sombra" de Fernandez, Valdez, Vukcevic e Izamilov, não se espera muito deste jovem. Pode ser uma surpresa, mas o mais provável é jogar pela liga intercalar.
Até breve
Tales from the Crypt
No ultimo suspiro do prazo de transferências, chegou Tales. Médio ofensivo da equipa B do Inter de Porto Alegre, o jogador andava numa tournée europeia a tentar arranjar clube. Deve ter sido oferecido a meio mundo e a outro e...ficou em Alvalade. Chegou a "estagiar" no Braga, mas Domingos não ficou convencido e mandou o rapaz crescer longe.
Com um valor de mercado a rondar os 300 mil euros o miúdo, que de pinheiro só deve ter o aromático no automóvel, não vem fechar a vaga de avançado o que a mim me parece uma verdadeira falha de planeamento. Mais uma vez vamos depender exclusivamente de Liedson e rezemos então aos santinhos para que não se lesione e continue a marcar. A fezada estende-se a Djaló, Postiga e Saleiro que vão ter mais um ano para mostrar aquilo que já todos vimos: são jogadores para fazer no máximo e com muitas titularidades 5 ou 6 golos.
4 avançados, sendo que um deles não é um jogador de área (Djaló) é muito pouco para atacar 4 ou 5 competições e a não ser que Paulo Sérgio converta Vukcevic numa espécie de falso ponta-de-lança, o que já foi feito com algum sucesso por Paulo Bento e vamos ter muito que penar em frente à baliza.
Até breve.
Com um valor de mercado a rondar os 300 mil euros o miúdo, que de pinheiro só deve ter o aromático no automóvel, não vem fechar a vaga de avançado o que a mim me parece uma verdadeira falha de planeamento. Mais uma vez vamos depender exclusivamente de Liedson e rezemos então aos santinhos para que não se lesione e continue a marcar. A fezada estende-se a Djaló, Postiga e Saleiro que vão ter mais um ano para mostrar aquilo que já todos vimos: são jogadores para fazer no máximo e com muitas titularidades 5 ou 6 golos.
4 avançados, sendo que um deles não é um jogador de área (Djaló) é muito pouco para atacar 4 ou 5 competições e a não ser que Paulo Sérgio converta Vukcevic numa espécie de falso ponta-de-lança, o que já foi feito com algum sucesso por Paulo Bento e vamos ter muito que penar em frente à baliza.
Até breve.
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