Ao ver o onze inicial do Sporting para defrontar o Lille, entendemos agora o porquê da não preocupação com o tempo de repouso para o derby. Ao alinhar apenas com André Santos, Carriço e Vukcevic como habituais titulares, Paulo Sérgio faz descansar quase toda a equipa. Não sei que resultado terá esta opção, mas uma coisa é certa, revela enorme confiança nas segundas escolhas.
O jogo em Lille é o jogo mais difícil, em teoria, deste grupo da Liga Europa. Seria de todo expectável que fizesse alinhar o melhor onze, deixando para outro encontros o “descanso” dos titulares. Mas não. Arrisca Paulo Sérgio numa manobra “à Mourinho” quando ainda tem o lugar quentinho depois da péssima prestação frente ao Olhanense e antes de defrontar o Benfica na Luz.
Seja qual for o resultado, teve coragem e destes atrevimentos que queremos ver à frente da equipa. Espero que tenha sorte. Será bom para ele e muito bom para todos os Sportinguistas que bem precisam de um bom resultado para moralizar o derby.
Até breve
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
A ideotice inesgotável
A ida de Madail a Mourinho "pedir" ao mesmo que oriente a Selecção Nacional durante os próximos dois jogos, só pode ser piada e de muito mau gosto. Poderia arranjar 234 motivos para explicar porquê, mas coloco só 5.
1- O técnico que vier a seguir a Mourinho só poderá sentir-se como o "outro que vem porque o Mourinho não pode", o que só por si já é desprestigiante
2- Mourinho deve pedir por esta acção de freelancer, uma "pequena" enormidade, provavelmente o mesmo que um ano inteiro de salário do "outro" técnico
3- Para o técnico do Real Madrid, a carreira da Selecção não é um objectivo pessoal, e sendo responsável por apenas 2 jogos, continuaria a não ser.
4- A uma direcção tão contestada estes "golpes de algibeira" só vão enriquecer as críticas e a desmotivação dos adeptos.
5- Está se a perder tempo quanto à aquisição de um treinador que pegue nos inúmeros problemas que a equipa nacional revela, e os tente resolver, dava jeito que quando se realizar o próximo jogo já exista algum caminho feito neste sentido.
Todas estas razões somam-se a uma mais importante: Mourinho não iria aceitar nunca esta proposta, que não tem nada de tentadora. Aliás seria difícil ao Real Madrid entender que o seu treinador, pago a peso de ouro, se disperse por outras preocupações.
Até breve
1- O técnico que vier a seguir a Mourinho só poderá sentir-se como o "outro que vem porque o Mourinho não pode", o que só por si já é desprestigiante
2- Mourinho deve pedir por esta acção de freelancer, uma "pequena" enormidade, provavelmente o mesmo que um ano inteiro de salário do "outro" técnico
3- Para o técnico do Real Madrid, a carreira da Selecção não é um objectivo pessoal, e sendo responsável por apenas 2 jogos, continuaria a não ser.
4- A uma direcção tão contestada estes "golpes de algibeira" só vão enriquecer as críticas e a desmotivação dos adeptos.
5- Está se a perder tempo quanto à aquisição de um treinador que pegue nos inúmeros problemas que a equipa nacional revela, e os tente resolver, dava jeito que quando se realizar o próximo jogo já exista algum caminho feito neste sentido.
Todas estas razões somam-se a uma mais importante: Mourinho não iria aceitar nunca esta proposta, que não tem nada de tentadora. Aliás seria difícil ao Real Madrid entender que o seu treinador, pago a peso de ouro, se disperse por outras preocupações.
Até breve
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
O Lille é uma equipa que vale pelo colectivo
Foi a constatação de Carriço sobre a valia do próximo adversário na Liga Europa. Mas a questão que se põe é: O Sporting vale pelo quê? O colectivo leonino vive neste momento de três condições:
1- Os golos de Liedson
2- A força dos seus trincos Santos e Maniche
3- O que Pereira e Evaldo conseguem dar em profundidade nas alas
4- As linhas que Valdez e Vukcevic abrem para Fernandes poder pensar o jogo
No último jogo, o Olhanense, entendo tudo isto impediu que estes pontos fortes entrassem em campo, portanto o resto das características da equipa foram insuficientes para marcar um golo à equipa algarvia. Frente ao Lille, jogando em contra-ataque, pode ser que exista mais espaço para jogar, mas o Sporting não tem matrizes de jogo de tracção a trás e será um erro enorme "esperar pelo golo francês".
Ainda para mais Valdez, Liedson e Maniche não vão poder jogar, obrigando PS a recorrer a Djaló para uma das alas em parceria com Vukcevic. Na frente talvez Saleiro faça as vezes de Liedson e no meio campo será Zapater a tomar o lugar de Maniche. Os franceses gostam de um jogo apoiado, assente em dois interiores a dar apoio a um ponta-de-lança e um 2º avançado. Quebrar o predomínio no centro do terreno do adversário será a primeira batalha a ser ganha pelo Sporting e para isso Vuk e Djaló nunca serão boas hipóteses, não recuam bem e não têm a potencialidade de lutar pela bola.
Penso que a melhor alternativa seria jogar com Djaló pelo centro, solto a combinar com Fernandes e Zapater atrás de si, com André Santos no centro e Vuk e Pereira nas alas. Na defesa, Abel e Evaldo nas laterais, Carriço e Coelho no centro. Patrício "merece" a titularidade. É uma espécie de 4-1-4-1 que daria muito jogo pelas alas, impedindo o avanço dos interiores do Lille e a sua supremacia no meio-campo. Nesta táctica de "bancada" tiramos o melhor partido dos jogadores disponíveis e salvaguardamos um jogo apoiado nas linhas. Pelo centro falta-nos um avançado e um 10 em grande forma.
Mas o técnico, por agora é PS e veremos o que preparou para este encontro, sendo que é pacifico que vai ser preciso encontrar uma forma de por o 4-2-3-1 habitual a manobrar de forma diferente, o Lille não é o Olhanense e a equipa não mostra "saúde" para obrigar o adversário a correr atrás do seu jogo. Oxalá me engane.
Até breve.
1- Os golos de Liedson
2- A força dos seus trincos Santos e Maniche
3- O que Pereira e Evaldo conseguem dar em profundidade nas alas
4- As linhas que Valdez e Vukcevic abrem para Fernandes poder pensar o jogo
No último jogo, o Olhanense, entendo tudo isto impediu que estes pontos fortes entrassem em campo, portanto o resto das características da equipa foram insuficientes para marcar um golo à equipa algarvia. Frente ao Lille, jogando em contra-ataque, pode ser que exista mais espaço para jogar, mas o Sporting não tem matrizes de jogo de tracção a trás e será um erro enorme "esperar pelo golo francês".
Ainda para mais Valdez, Liedson e Maniche não vão poder jogar, obrigando PS a recorrer a Djaló para uma das alas em parceria com Vukcevic. Na frente talvez Saleiro faça as vezes de Liedson e no meio campo será Zapater a tomar o lugar de Maniche. Os franceses gostam de um jogo apoiado, assente em dois interiores a dar apoio a um ponta-de-lança e um 2º avançado. Quebrar o predomínio no centro do terreno do adversário será a primeira batalha a ser ganha pelo Sporting e para isso Vuk e Djaló nunca serão boas hipóteses, não recuam bem e não têm a potencialidade de lutar pela bola.
Penso que a melhor alternativa seria jogar com Djaló pelo centro, solto a combinar com Fernandes e Zapater atrás de si, com André Santos no centro e Vuk e Pereira nas alas. Na defesa, Abel e Evaldo nas laterais, Carriço e Coelho no centro. Patrício "merece" a titularidade. É uma espécie de 4-1-4-1 que daria muito jogo pelas alas, impedindo o avanço dos interiores do Lille e a sua supremacia no meio-campo. Nesta táctica de "bancada" tiramos o melhor partido dos jogadores disponíveis e salvaguardamos um jogo apoiado nas linhas. Pelo centro falta-nos um avançado e um 10 em grande forma.
Mas o técnico, por agora é PS e veremos o que preparou para este encontro, sendo que é pacifico que vai ser preciso encontrar uma forma de por o 4-2-3-1 habitual a manobrar de forma diferente, o Lille não é o Olhanense e a equipa não mostra "saúde" para obrigar o adversário a correr atrás do seu jogo. Oxalá me engane.
Até breve.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Lágrimas vermelhas
Não são lágrimas de crocodilo, mas andam lá perto. O escândalo que o Benfica diz ter chegado à sua porta, já assolou muitas vezes as portas de Alvalade e as Antas e nunca com este "motim". O desespero nas mais altas instâncias do clube é feroz e ameaça tudo e todos. De lado ficam derrotas e más exibições que estão completamente sobrepostas por camadas de "lixo informativo".
É óbvio que o que o jogo com clube israelita para a Liga dos Campeões será aproveitado para "mostrar" o quão é forte a equipa benfiquista e não tenho dúvidas que a imprensa "cavalgará" sobre a glória de tão importante e moralizadora vitória. O filme do costume. Está tudo a postos para um derby daqueles com um cheiro intenso a "pagamento de juros". Era bom que os leões avisassem as "comadres" que vão estar de olhos e ouvidos bem abertos para o jogo da Luz.
Confesso que sempre duvidei da calma e sobriedade com que Vieira e Rui Costa esnobavam os protestos da equipas adversárias quanto às arbitragens. Vê-se agora a classe e o pedigree destes senhores que à mínima dificuldade montam um verdadeiro circo. Esperemos que não sejamos os "palhaços" convidados.
Até breve.
É óbvio que o que o jogo com clube israelita para a Liga dos Campeões será aproveitado para "mostrar" o quão é forte a equipa benfiquista e não tenho dúvidas que a imprensa "cavalgará" sobre a glória de tão importante e moralizadora vitória. O filme do costume. Está tudo a postos para um derby daqueles com um cheiro intenso a "pagamento de juros". Era bom que os leões avisassem as "comadres" que vão estar de olhos e ouvidos bem abertos para o jogo da Luz.
Confesso que sempre duvidei da calma e sobriedade com que Vieira e Rui Costa esnobavam os protestos da equipas adversárias quanto às arbitragens. Vê-se agora a classe e o pedigree destes senhores que à mínima dificuldade montam um verdadeiro circo. Esperemos que não sejamos os "palhaços" convidados.
Até breve.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Os três de JEB
Um.
Paulo Bento quis sair. JEB inebriado por uma esmagadora vitória nas urnas leoninas, encheu-se de uma vontade de agradecer a tudo e a todos. Apanhou o treinador demissionário na saída da porta e anunciando-lhe um novo tempo, convidou-o para ser o seu braço direito. Paulo Bento aceitou, talvez por ser um homem de lutas e árduas batalhas, talvez por uma promessa de talento que chegaria. Não chegou. JEB nunca conseguiria colocar o clube numa rota de mudança, algo que manifestasse uma diferença de politica. Trocou Pedro Barbosa por Sá Pinto e a tríade parecia imparável. Bettencourt, Bento e Sá Pinto. Saíram os dois e talvez a maior dose de culpa fosse de quem ficou.
Dois.
Esgotados, fartos, desmotivados, os sócios recebiam a promessa de um novo técnico como uma luz ao fundo de um enorme túnel. A luz piscou e com o anúncio do nome, desapareceu. Carlos Carvalhal dificilmente vestiria o manto de "herói" do Sporting quando tinha sido despedido sem honra à 5ª ou 6ª jornada pelo Marítimo. Não se lhe conhecia melhor proeza do que 2 boas temporadas no Leixões e Vitória de Setúbal, o que para um Sporting é muito pouco. Esperou-se pouco de CC e pouco foi o que se viu. A equipa entrou em piloto automático até às últimas jornadas e teve um vislumbre de glória na Liga Europa. Depois de um repetido expressar de "recados" para a direcção, Carvalhal saiu sem uma palavra de JEB, que se esforçou tanto por defende-lo como se deve esforçar para beber uma bica.
Três.
Dir-se-ia que depois de dois treinadores jovens "destemidos" e "aventureiros", JEB iria optar por um currículo mais seguro, um treinador com mais batalhas no buço, mais medalhas no cachaço. E....hã...Paulo Sérgio. A luz ao fundo do túnel já não piscava e a maior parte dos adeptos fez por esquecer que precisa de luz. Todos nós adeptos nos programámos para uma época "às escuras".
Mas a alma sportinguista é feita de uma esperança eterna e ilógica. Depois de uma boa digressão pelos EUA e alguns reforços com qualidade, os adeptos ganham um pequeno balão de inspiração e esperança. Cai o caso Moutinho, que derrotou mais do que 20 derrotas com o Celtic. Sem moeda de troca vende-se Veloso por dinheiro e um jogador que à 4ª jornada ainda não "nos disse nada". Não vieram também atacantes, apesar de toda a gente, toda a gente, toda a gente, repito....toda a gente assinalar a carência de um bom avançado.
Não sei quanto tempo deverá demorar este 3º treinador de JEB, mas se perder em Lille e na Luz, por mim podemos começar a dizer que à "quarta é de vez". Não estou a falar da hipótese de JEB acertar na escolha, estou a falar de demitir quem quer que tenha escolhido Carvalhal e Paulo Sérgio, se foi Costinha...então que seja Costinha, alguém tem de explicar porque é que em 1 ano e meio podemos estar perante o 3º despedimento, o que dá menos de 6 meses para cada um...a culpa é do treinador? Elucidativo.
Até breve.
Paulo Bento quis sair. JEB inebriado por uma esmagadora vitória nas urnas leoninas, encheu-se de uma vontade de agradecer a tudo e a todos. Apanhou o treinador demissionário na saída da porta e anunciando-lhe um novo tempo, convidou-o para ser o seu braço direito. Paulo Bento aceitou, talvez por ser um homem de lutas e árduas batalhas, talvez por uma promessa de talento que chegaria. Não chegou. JEB nunca conseguiria colocar o clube numa rota de mudança, algo que manifestasse uma diferença de politica. Trocou Pedro Barbosa por Sá Pinto e a tríade parecia imparável. Bettencourt, Bento e Sá Pinto. Saíram os dois e talvez a maior dose de culpa fosse de quem ficou.
Dois.
Esgotados, fartos, desmotivados, os sócios recebiam a promessa de um novo técnico como uma luz ao fundo de um enorme túnel. A luz piscou e com o anúncio do nome, desapareceu. Carlos Carvalhal dificilmente vestiria o manto de "herói" do Sporting quando tinha sido despedido sem honra à 5ª ou 6ª jornada pelo Marítimo. Não se lhe conhecia melhor proeza do que 2 boas temporadas no Leixões e Vitória de Setúbal, o que para um Sporting é muito pouco. Esperou-se pouco de CC e pouco foi o que se viu. A equipa entrou em piloto automático até às últimas jornadas e teve um vislumbre de glória na Liga Europa. Depois de um repetido expressar de "recados" para a direcção, Carvalhal saiu sem uma palavra de JEB, que se esforçou tanto por defende-lo como se deve esforçar para beber uma bica.
Três.
Dir-se-ia que depois de dois treinadores jovens "destemidos" e "aventureiros", JEB iria optar por um currículo mais seguro, um treinador com mais batalhas no buço, mais medalhas no cachaço. E....hã...Paulo Sérgio. A luz ao fundo do túnel já não piscava e a maior parte dos adeptos fez por esquecer que precisa de luz. Todos nós adeptos nos programámos para uma época "às escuras".
Mas a alma sportinguista é feita de uma esperança eterna e ilógica. Depois de uma boa digressão pelos EUA e alguns reforços com qualidade, os adeptos ganham um pequeno balão de inspiração e esperança. Cai o caso Moutinho, que derrotou mais do que 20 derrotas com o Celtic. Sem moeda de troca vende-se Veloso por dinheiro e um jogador que à 4ª jornada ainda não "nos disse nada". Não vieram também atacantes, apesar de toda a gente, toda a gente, toda a gente, repito....toda a gente assinalar a carência de um bom avançado.
Não sei quanto tempo deverá demorar este 3º treinador de JEB, mas se perder em Lille e na Luz, por mim podemos começar a dizer que à "quarta é de vez". Não estou a falar da hipótese de JEB acertar na escolha, estou a falar de demitir quem quer que tenha escolhido Carvalhal e Paulo Sérgio, se foi Costinha...então que seja Costinha, alguém tem de explicar porque é que em 1 ano e meio podemos estar perante o 3º despedimento, o que dá menos de 6 meses para cada um...a culpa é do treinador? Elucidativo.
Até breve.
sábado, 11 de setembro de 2010
O pequeno Sporting
Existem poucos momentos numa época em que uma equipa pode ascender a um estatuto superior. É um pouco como nos videojogos em que ao completar com distinção um nível existe um último desafio que decide tudo. Pois frente ao Olhanense o Sporting tinha um último desafio em que podia ter conquistado muito. Mas ao não o fazer mostrou ainda não estar preparado para subir de nível.
Se vencesse o clube Algarvio, o Sporting mostrava estar a ganhar uma dinâmica de vitórias, colocava pressão sobre Porto e Braga e punha os Benfas a ter pesadelos com o derby. Nada disso. Mostramos ao país que não somos assim tão ameaçadores. Mal Paulo Sérgio, que teima em não entender alguns grandes detalhes que um treinador de um grande tem de tirar de letra. Quanto tempo demorou PS a entender que a equipa estava "presa" e não conseguia ultrapassar os muros que Daúto Faquirá levantou?
O Olhanense entrou em campo exactamente como o Marítimo e o tempo foi passando. Fui contando o tempo entre jogadas perigosas do Sporting e é regularmente de 15 em 15 minutos. Com 3 jogadas de perigo por cada metade é impossível encostar uma equipa. Não entendo a eternidade que levou PS a interiorizar que Djaló não dá para jogar na frente contra equipas que defendem 97% do tempo.
Patricio
Bem. Sem trabalho.
Pereira
Muito esforço, pouco esclarecimento. Desfoca-se do jogo por vezes.
Evaldo
Preso durante quase toda a partida e ignorado pelos médios centro.
Coelho
Pouco trabalho, concentrado
Carriço
Nos dois lances em que foi superado, um saio um amarelo e noutro contou com a aselhice do avançado para passar incólume. Muito precipitado a fazer faltas.
A.Santos
Dos melhores, mesmo assim tem de ser envolver mais em missões atacantes.
Maniche
Bom jogo, algo hesitante em aparecer em frente à área. Esforçou-se por dar bolas aos alas.
Fernandez
Não teve espaço e foi marcado pelos médios algarvios. Em queda exibicional outra vez.
Valdez
É bom jogador mas esteve longe de resolver bem as boas bolas que teve na linha. Egoísta, visou várias vezes à baliza quando tinha melhores opções no passe.
Liedson
Um jogo à Postiga. Bola na trave e mais nada. Em baixo de forma o levezinho.
Djaló
Já nem atribuo a culpa por mais um jogo desperdiçado. PS queimou um jogador e uma substituição.
Vukcevic
Entrou tarde, abanou o jogo e foi pena não ter tido mais tempo de jogo.
Saleiro
Continua a desperdiçar golos e pontos ao Sporting. Definitivamente não é avançado para clube grande.
Postiga
5 minutos e nada de especial a salientar.
Posto isto, e depois da vitória do Porto, resta ir a França ganhar e ir à Luz ganhar. Se estes dois resultados acontecerem talvez uma nova oportunidade surja para colocar este Sporting na secção dos "big boys" da Liga em vez da 2ª linha a que os clubes de Lisboa parecem relegados depois dos bons arranques de Porto e Braga. Mas para já voltamos a uma semana de esmorecimento que já nem a época miserável do Benfica vai disfarçar.
Até breve.
Se vencesse o clube Algarvio, o Sporting mostrava estar a ganhar uma dinâmica de vitórias, colocava pressão sobre Porto e Braga e punha os Benfas a ter pesadelos com o derby. Nada disso. Mostramos ao país que não somos assim tão ameaçadores. Mal Paulo Sérgio, que teima em não entender alguns grandes detalhes que um treinador de um grande tem de tirar de letra. Quanto tempo demorou PS a entender que a equipa estava "presa" e não conseguia ultrapassar os muros que Daúto Faquirá levantou?
O Olhanense entrou em campo exactamente como o Marítimo e o tempo foi passando. Fui contando o tempo entre jogadas perigosas do Sporting e é regularmente de 15 em 15 minutos. Com 3 jogadas de perigo por cada metade é impossível encostar uma equipa. Não entendo a eternidade que levou PS a interiorizar que Djaló não dá para jogar na frente contra equipas que defendem 97% do tempo.
Patricio
Bem. Sem trabalho.
Pereira
Muito esforço, pouco esclarecimento. Desfoca-se do jogo por vezes.
Evaldo
Preso durante quase toda a partida e ignorado pelos médios centro.
Coelho
Pouco trabalho, concentrado
Carriço
Nos dois lances em que foi superado, um saio um amarelo e noutro contou com a aselhice do avançado para passar incólume. Muito precipitado a fazer faltas.
A.Santos
Dos melhores, mesmo assim tem de ser envolver mais em missões atacantes.
Maniche
Bom jogo, algo hesitante em aparecer em frente à área. Esforçou-se por dar bolas aos alas.
Fernandez
Não teve espaço e foi marcado pelos médios algarvios. Em queda exibicional outra vez.
Valdez
É bom jogador mas esteve longe de resolver bem as boas bolas que teve na linha. Egoísta, visou várias vezes à baliza quando tinha melhores opções no passe.
Liedson
Um jogo à Postiga. Bola na trave e mais nada. Em baixo de forma o levezinho.
Djaló
Já nem atribuo a culpa por mais um jogo desperdiçado. PS queimou um jogador e uma substituição.
Vukcevic
Entrou tarde, abanou o jogo e foi pena não ter tido mais tempo de jogo.
Saleiro
Continua a desperdiçar golos e pontos ao Sporting. Definitivamente não é avançado para clube grande.
Postiga
5 minutos e nada de especial a salientar.
Posto isto, e depois da vitória do Porto, resta ir a França ganhar e ir à Luz ganhar. Se estes dois resultados acontecerem talvez uma nova oportunidade surja para colocar este Sporting na secção dos "big boys" da Liga em vez da 2ª linha a que os clubes de Lisboa parecem relegados depois dos bons arranques de Porto e Braga. Mas para já voltamos a uma semana de esmorecimento que já nem a época miserável do Benfica vai disfarçar.
Até breve.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Não houve colo
Depois de dizer que "estamos muito melhor que há duas semanas" na véspera, Jesus averbou mais uma derrota. Mas o melhor foi mesmo o que fez no flash interview da SportTV, ao dar o arranque da jornada de vitimização que vamos poder assistir durante a próxima semana até ao derby de Domingo. O Benfica perdeu e na próxima jornada terá a corda na garganta.
O que Jesus e mais tarde Rui Costa, não disseram foi que o Guimarães jogou melhor, teve mais oportunidades e que ao final da 4ª jornada, o Benfica tem 3 pontos em 12 possíveis. Mas para os benfas isso não interessa, o que convém é mesmo é começar já a condicionar o árbitro que subirá ao relvado da Luz para apitar o jogo com o Sporting. Espero que os responsáveis do Sporting façam uma boa "defesa" da isenção que se pretende para o derby. Não me apetece nada ir à Luz pagar a factura do colinho que não houve em Guimarães.
Admira-me também o tratamento da imprensa, autenticamente a empatizar com a suposta injustiça de Olegário Benquerença. Se fosse o Sporting, teriam dito e comentado que o treinador e o director desportivo estariam a desviar a atenção dos adeptos para a incapacidade da equipa. Diferenças.
Este fim-de-semana começa bem.
O que Jesus e mais tarde Rui Costa, não disseram foi que o Guimarães jogou melhor, teve mais oportunidades e que ao final da 4ª jornada, o Benfica tem 3 pontos em 12 possíveis. Mas para os benfas isso não interessa, o que convém é mesmo é começar já a condicionar o árbitro que subirá ao relvado da Luz para apitar o jogo com o Sporting. Espero que os responsáveis do Sporting façam uma boa "defesa" da isenção que se pretende para o derby. Não me apetece nada ir à Luz pagar a factura do colinho que não houve em Guimarães.
Admira-me também o tratamento da imprensa, autenticamente a empatizar com a suposta injustiça de Olegário Benquerença. Se fosse o Sporting, teriam dito e comentado que o treinador e o director desportivo estariam a desviar a atenção dos adeptos para a incapacidade da equipa. Diferenças.
Este fim-de-semana começa bem.
Olho para Olhão
No próximo Sábado, o Sporting defronta o Olhanense. Apesar do favoritismo claro, é preciso olhar este clube Algarvio com alguma desconfiança. Não vi nenhum jogo da equipa de Faquirá, mas a julgar por outras equipas que já orientou, deverá chegar a Alvalade para jogar bem fechado lá atrás e espreitar o contra-ataque, principalmente na segunda parte e se o marcador se mantiver a zeros. É sempre a mesma estratégia, perder tempo desde o primeiro minuto, tentar enervar os jogadores do Sporting mais criativos com faltas constantes, por 4 defesas, 3 trincos e 3 homens rápidos na frente.
Mas conhecendo a táctica há que olhar para quem representa esta época o clube de Olhão. No plantel existem bons jogadores como os "leões" Ricardo Baptista, Carlos Fernandes, João Gonçalves, Mexer, Paulo Renato e Paulo Sérgio. Somam-se Moretto (espero que esteja naquelas noites azaradas que só ele sabe ter), Lulinha, Jorge Gonçalves, Rui Duarte, Djalmir e Yontcha. Não é evidentemente uma equipa fraca. Espero que seja um daqueles jogos "tornados" fáceis, ao marcar cedo e manter a vontade de marcar mais golos. Tenho bem vincada ainda a aflição contra o Marítimo, com uma primeira parte completamente desperdiçada em movimentações estéreis.
Não sei se a táctica de 4-2-3-1 será para manter, ou se PS adaptará os mesmos jogadores num 4-1-4-1 ou num 4-1-3-2 com Maniche a avançar (em ataque) até à linha composta por Valdez, Fernandez,e Djaló, ou manter Maniche mais atrás e chamando Vukcevic para o lugar de Valdez, adiantando Djaló. Confesso que a jogar em casa, frente a um adversário defensivo, Djaló deverá fazer mais um jogo sem espaço e sem linhas abertas para a baliza e logo, passar ao lado da partida. Se estivesse no lugar do treinador do Sporting preferiria talvez Saleiro ou Postiga em prejuízo de um Djaló ponta-de-lança.
Seja qual for a táctica, era excelente continuar a ganhar jogos e se possível pelos 3 golos com que brindámos os últimos 2 adversários. Na baliza já sabemos que vamos ter Patricio, o que é bom para o jogador, saber que só pelo mérito de Hildebrand e o seu demérito perderá a titularidade. Ele e qualquer jogador do Sporting devem entender a entrada no onze como uma conquista permanentemente e não um estatuto que se adquire no principio da época.
Até breve
Mas conhecendo a táctica há que olhar para quem representa esta época o clube de Olhão. No plantel existem bons jogadores como os "leões" Ricardo Baptista, Carlos Fernandes, João Gonçalves, Mexer, Paulo Renato e Paulo Sérgio. Somam-se Moretto (espero que esteja naquelas noites azaradas que só ele sabe ter), Lulinha, Jorge Gonçalves, Rui Duarte, Djalmir e Yontcha. Não é evidentemente uma equipa fraca. Espero que seja um daqueles jogos "tornados" fáceis, ao marcar cedo e manter a vontade de marcar mais golos. Tenho bem vincada ainda a aflição contra o Marítimo, com uma primeira parte completamente desperdiçada em movimentações estéreis.
Não sei se a táctica de 4-2-3-1 será para manter, ou se PS adaptará os mesmos jogadores num 4-1-4-1 ou num 4-1-3-2 com Maniche a avançar (em ataque) até à linha composta por Valdez, Fernandez,e Djaló, ou manter Maniche mais atrás e chamando Vukcevic para o lugar de Valdez, adiantando Djaló. Confesso que a jogar em casa, frente a um adversário defensivo, Djaló deverá fazer mais um jogo sem espaço e sem linhas abertas para a baliza e logo, passar ao lado da partida. Se estivesse no lugar do treinador do Sporting preferiria talvez Saleiro ou Postiga em prejuízo de um Djaló ponta-de-lança.
Seja qual for a táctica, era excelente continuar a ganhar jogos e se possível pelos 3 golos com que brindámos os últimos 2 adversários. Na baliza já sabemos que vamos ter Patricio, o que é bom para o jogador, saber que só pelo mérito de Hildebrand e o seu demérito perderá a titularidade. Ele e qualquer jogador do Sporting devem entender a entrada no onze como uma conquista permanentemente e não um estatuto que se adquire no principio da época.
Até breve
O regresso da ambição...e do risco
Aprovada a reestruturação financeira do clube, JEB inicia um novo tempo no Sporting. Um tempo em que terá mais capacidade orçamental para gerir o clube e garantir o acesso a outro nível de jogadores e treinadores. Para trás fica um outro clube, porventura mais calculista, realista e assente na premissa de recorrer à Academia para construir planteis após planteis. Também neste virar de página se abandona a ideia que o Sporting pode competir com Benfica e Porto com menos de metade dos seus orçamentos.
Todos sabemos que este novo modelo por si não faz melhores contratações, não programa melhor os calendários competitivos, não escolhe directores desportivos. Mas teremos todos de admitir que existem diferenças entre deixar sair o capitão do clube para um rival directo e renovar o contrato (nem que seja para o vender num momento mais apropriado) existem diferenças. É esta nova janela de oportunidade que pode interromper a verdadeira “depressão” que se instalou nos adeptos leoninos. Não é fácil para ninguém ver que não tem os argumentos dos seus adversários e querer na mesma ganhar derbys, ganhar títulos.
Esta Assembleia inaugura o ano de 2010 como um verdadeiro ano zero, como uma fase de transição em que se espera o regresso de um clube à sua matiz competidora, ambiciosa e apesar de mais arriscada, com mais hipóteses de sucesso. Os arautos da desgraça calar-se-ão à primeira grande vitória sobre um rival ou uma série ganhadora de vários jogos. Leio na blogosfera que alguns acham que esta mudança é dar “pérolas a porcos”, estes alguns que não referem qual seria a melhor alternativa, uma vez que não gostam também do modelo actual.
Acho que podemos e devemos usar da nossa inteligência para acompanhar o dia-a-dia do clube. Podemos e devemos criticar a Direcção, o treinador e os jogadores. Mas qualquer que seja a crítica, não deve chegar solteira, ou seja, eu posso dizer “eu não concordo”, mas devo também acrescentar o porquê, lugar onde devo explicar as alternativas que a meu ver seriam mais viáveis. Mas não é isso que está a acontecer recentemente. A equipa perdeu, então a culpa é do treinador, do presidente, do director desportivo, porquê? Porque podia ter ido buscar o Ronaldo para jogador, o Guardiola para treinar e não devia ter feito uma data de coisas que pertencem a outros mandatos.
Se me perguntarem de concordo com todas as medidas de JEB ou Costinha, responderei com facilidade que não. Mas também não adiro à facção que aproveita tudo o que pode para linchar este corpo directivo, dando uma ajuda substancial ao já “amigos” Record e Bola, numa campanha cega para substituir esta direcção por sabe se lá o quê. O candidato que (e muito bem) concorreu com JEB apesar de perder conseguiu fazer a proeza de ter criado uma polémica enorme naquela que era a sua grande bandeira eleitoral.
Nunca vi um candidato derrotado ter um “caso polémico” na imprensa. Parece até ter razão, mas provou que talvez não seria muito melhor dirigente que o candidato vencedor. Curiosamente fala-se de Eriksson outra vez para a Selecção, podíamos ouvir o que pensa Cristóvão sobre a razoabilidade dessa escolha e evitar novos erros de casting. Prefiro um arrogante corajoso a um cobarde mentiroso.
Até breve.
Todos sabemos que este novo modelo por si não faz melhores contratações, não programa melhor os calendários competitivos, não escolhe directores desportivos. Mas teremos todos de admitir que existem diferenças entre deixar sair o capitão do clube para um rival directo e renovar o contrato (nem que seja para o vender num momento mais apropriado) existem diferenças. É esta nova janela de oportunidade que pode interromper a verdadeira “depressão” que se instalou nos adeptos leoninos. Não é fácil para ninguém ver que não tem os argumentos dos seus adversários e querer na mesma ganhar derbys, ganhar títulos.
Esta Assembleia inaugura o ano de 2010 como um verdadeiro ano zero, como uma fase de transição em que se espera o regresso de um clube à sua matiz competidora, ambiciosa e apesar de mais arriscada, com mais hipóteses de sucesso. Os arautos da desgraça calar-se-ão à primeira grande vitória sobre um rival ou uma série ganhadora de vários jogos. Leio na blogosfera que alguns acham que esta mudança é dar “pérolas a porcos”, estes alguns que não referem qual seria a melhor alternativa, uma vez que não gostam também do modelo actual.
Acho que podemos e devemos usar da nossa inteligência para acompanhar o dia-a-dia do clube. Podemos e devemos criticar a Direcção, o treinador e os jogadores. Mas qualquer que seja a crítica, não deve chegar solteira, ou seja, eu posso dizer “eu não concordo”, mas devo também acrescentar o porquê, lugar onde devo explicar as alternativas que a meu ver seriam mais viáveis. Mas não é isso que está a acontecer recentemente. A equipa perdeu, então a culpa é do treinador, do presidente, do director desportivo, porquê? Porque podia ter ido buscar o Ronaldo para jogador, o Guardiola para treinar e não devia ter feito uma data de coisas que pertencem a outros mandatos.
Se me perguntarem de concordo com todas as medidas de JEB ou Costinha, responderei com facilidade que não. Mas também não adiro à facção que aproveita tudo o que pode para linchar este corpo directivo, dando uma ajuda substancial ao já “amigos” Record e Bola, numa campanha cega para substituir esta direcção por sabe se lá o quê. O candidato que (e muito bem) concorreu com JEB apesar de perder conseguiu fazer a proeza de ter criado uma polémica enorme naquela que era a sua grande bandeira eleitoral.
Nunca vi um candidato derrotado ter um “caso polémico” na imprensa. Parece até ter razão, mas provou que talvez não seria muito melhor dirigente que o candidato vencedor. Curiosamente fala-se de Eriksson outra vez para a Selecção, podíamos ouvir o que pensa Cristóvão sobre a razoabilidade dessa escolha e evitar novos erros de casting. Prefiro um arrogante corajoso a um cobarde mentiroso.
Até breve.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Acabou-se
Agora que o Professor já não é seleccionador posso dizer com toda a liberdade, sem correr o risco de estar a ser pessimista ou "bota abaixo", duas coisas:
1- Carlos Queiroz não é o treinador visionário, de top, que muita imprensa intelectualóide sempre pintou.
2- Carlos Queiroz não merecia a verdadeira "excomunhão" que a imunda FPF realizou.
Perante estas duas menções, penso que será de todo conveniente investigar todo este processo, nomeadamente o porquê da interferência do Estado no assunto. Levantam-me muitas dúvidas a pressa com que muitos mecanismos foram activados. Isso e a fraca prestação de muitos jogadores na Selecção, os que recusaram ao menos tiveram essa frontalidade.
Até breve
1- Carlos Queiroz não é o treinador visionário, de top, que muita imprensa intelectualóide sempre pintou.
2- Carlos Queiroz não merecia a verdadeira "excomunhão" que a imunda FPF realizou.
Perante estas duas menções, penso que será de todo conveniente investigar todo este processo, nomeadamente o porquê da interferência do Estado no assunto. Levantam-me muitas dúvidas a pressa com que muitos mecanismos foram activados. Isso e a fraca prestação de muitos jogadores na Selecção, os que recusaram ao menos tiveram essa frontalidade.
Até breve
Turning Point
Não sou adepto de estratégias de “orgulhosamente sós”. Em termos de modelos de gestão ainda será menos útil uma visão arrogante que não observe boas práticas e criatividade no financiamento que outros clubes adoptaram. O direito de propriedade das ideias ou dos esquemas de organização não é uma bandeira que se ostente e a originalidade vale zero se o modelo não funciona.
Quando a concorrência é claramente mais forte e mais eficiente, então algo tem de mudar e não vale a pena dar mais tempo a um plano económico que coloca o Sporting no 4º lugar no que toca à disputa por recursos humanos, que é o mais importante no futebol. Sem jogadores não há espectáculo, não há estádios cheios nem patrocinadores, não há prémios de Liga de Campeões.
Hoje há Assembleia Geral e em cima da mesa a discussão sobre um ponto de viragem na estratégia do clube. Li muito sobre o que pode acontecer, o que vai ser proposto e a ala entendida de adeptos leoninos aponta vários caminhos “perigosos”, avisos, dúvidas e outros “cartões amarelos” à mudança.
Do muito pouco que entendo, a maior capacidade financeira será conseguida com a passagem de fortes activos para SAD e a “valorização” desta servirá para a renegociação de empréstimos, acrescendo uma espécie de emissão de “dívida pública”.
A SAD ficará mais “rica” e o clube mais pobre, os gestores da SAD mais autónomos e os sócios com menos poder para comandar os destinos da instituição.
É um cenário claro de delegação de mais poder a uma SAD que é contestada por resultados desportivos. Para muitos críticos é dar mais poder a quem tem cometido erros de gestão futebolística. Na minha opinião não podemos confundir modelo de financiamento com contratações de técnicos ou jogadores. Aliás há muito que o primeiro afecta a capacidade de intervir no segundo e ainda não vi ninguém a propor um modelo alternativo capaz de superar o que se vai desenhando em Alvalade.
Esta questão é fulcral. Os sócios reclamam perda de direitos, mas quando chega a hora de propor caminhos, alternativas e realmente intervir nas decisões do clube, o que acontece? Nada. É como uma oposição que critica, mas não apresenta alternativas. Que ainda acredita que podemos fazer com menos dinheiro o que outros vão fazendo com muito mais. No mercado o dinheiro do Sporting vale o mesmo que o do Portimonense e neste mercado de transferência vimos jogadores a preferir o dinheiro de muitos clubes com um estatuto muito inferior ao do Sporting.
Quem sabe o que uma direcção pode fazer quando tiver mais liberdade orçamental. Se querem um exemplo, acho que o Benfica parece hoje um clube bem gerido apenas porque ganhou o campeonato e tem capacidade (dinheiro) para se reforçar. Palavra aos sócios, as decisões são urgentes e os críticos devem “largar” os cadeirões de sapiência que ocupam e fazer valer a sua voz, apontando caminhos diversos e soluções alternativas. Esse será o único debate possível, o das ideias. O das concordâncias e “eu avisei” não serve absolutamente para nada.
Até breve.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Wiki...piada
Quem for à referência do Sporting Clube de Portugal na Wikipédia encontra na página a seguinte passagem:
"O seu emblema, que ostenta um rato rampante de cor branca, e dourado a partir de 2001, sobre fundo verde, foi oficialmente adoptado em 1906..."
Rato? Ninguém leu isto antes?
Se não acreditam leiam e já agora se houver alguém com mais conhecimentos informáticos, por favor tente alterar, eu já tentei mas não encontro o separador de edição que corresponde à área Emblema e Cores, onde está colocada esta piadinha de mau gosto.
Sigam o link:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sporting_Clube_de_Portugal
Até breve
"O seu emblema, que ostenta um rato rampante de cor branca, e dourado a partir de 2001, sobre fundo verde, foi oficialmente adoptado em 1906..."
Rato? Ninguém leu isto antes?
Se não acreditam leiam e já agora se houver alguém com mais conhecimentos informáticos, por favor tente alterar, eu já tentei mas não encontro o separador de edição que corresponde à área Emblema e Cores, onde está colocada esta piadinha de mau gosto.
Sigam o link:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sporting_Clube_de_Portugal
Até breve
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