A primeira convocatória de Paulo Bento não é uma surpresa. Isso também não é o que se pede. O que se exige a um Seleccionador Nacional não é que invente, mas sim que rentabilize. Nesse sentido a convocatória é um reflexo do sentido prático de Paulo Bento e não de um ego que gosta de provar que sabe mais do que todos os outros. Muitas das “vitórias” deste treinador são baseadas na humildade e esta é mais uma, assim se conquista uma equipa e porque não dizê-lo, os adeptos da Selecção.
Vejamos, na baliza nada a apontar. Rui Patrício, Eduardo e Beto são realmente os melhores guarda-redes actualmente. Na defesa, PB deixou cair o “central da moda” Coelho e com os centrais Carvalho, B.Alves, Rolando e Pepe entende ter todas as opções necessárias. É discutível o valor entre Rolando e por exemplo Carriço, mas entende-se. Não há pressa para o Capitão do Sporting, lá chegará inevitavelmente.
No meio-campo tenho mais dúvidas. A chamada de Carlos Martins é claramente um sinal de que o seleccionador conta com todos e apesar das polémicas entre os dois, a verdade é que é Paulo Bento que chama o médio do Benfica à selecção e nenhum outro nos últimos anos. A trinco não tenho dúvidas com Miguel Veloso que dispensou a chamada de Manuel Fernandes (os jogos serão para ganhar e não para defender empates) além de Moutinho e Meireles não serem estranhos à posição. No lugar de médio centro vem também Tiago, que para mim é o melhor médio da Selecção.
Nas alas Varela, Paulo Machado (grande começo de época em França), Nani e Varela são indiscutíveis, ficando Dany como pivot ofensivo. No ataque Ronaldo, Hugo Almeida, Liedson irão fazer companhia ao inesperado Postiga dando a ideia que finalmente se levantou o “bloqueio” da selecção aos jogadores do Sporting. Postiga e Pereira são obviamente jogadores de qualidade e na ausência de Bosingwa e de um ponta de lança realmente inspirado, muito boas soluções.
Faltou Carriço, mas compreendo que Rolando está bem no Porto e tem mais convocatórias que o sportinguista. Agora só faltam as vitórias.
Até breve.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Surpresa?
Face aos últimos encontros, o que se pode dizer desta partida é que embora Paulo Sérgio afirme que a equipa não tem duas caras, parece mesmo que a equipa responde de forma diferente aos jogos europeus. Na minha opinião pode haver duas explicações: a compreensão dos treinadores portugueses da forma como o Sporting gosta de jogar e o peso de não poder errar mais nos jogos da Liga.
A realidade é que o Sporting fez um bom jogo, confiante, mais solto e sobretudo muito mais certeiro na hora de marcar. O 4-3-3 que PS desenhou em campo, já havia sido testado com muitos maus resultados, mas desta vez foi bem interpretado, com Salomão e Vukcevic a serem muito mais alas dos que Djaló ou Valdez conseguem neste momento fazer.
Patrício – Só trabalhou nos primeiros 5 minutos. Bem a sair dos postes nos cantos e livres.
Pereira – Houve muitos lances que não lhe saíram bem, mas regra geral foi um dínamo na ala direita.
Evaldo – Uma exibição segura, mas não tão convincente como estamos já habituados.
Polga – Errou no primeiro lance que foi chamado a intervir, mas depois disso limpou tudo. Penso que já merecia substituir Coelho no onze.
Carriço – O capitão liderou a equipa em todos os níveis, até no marcador. Está a superar claramente a fasquia que foi legada por Moutinho.
Maniche – Muito estável, bem no passe e bem no envolvimento atacante, PS entendeu avançá-lo no terreno quando entendeu que o Levski não tinha médios centrais que atacassem e Maniche deu-se bem. O homem gosta de atacar.
Zapater – Não concordo com as críticas na imprensa que dão notas muito baixas ao espanhol. Acho que esteve muito bem, vai a todas as jogadas e quer ser sempre um apoio para sair a jogar e isso expõe-no bastante às falhas. A meu ver foi um poço de força no centro do terreno e está ainda a adaptar-se à equipa.
Vukcevic – Em plena forma. É dos pés dele que sai o perigo e os adversários sabem-no. Teve marcação individual por todo o terreno e mesmo assim consegui dar a marcar e por duas vezes ia levantando o estádio com dois remates a seguir a grandes jogadas, muito empenho também em defender.
Salomão – Para um miúdo que andava na 3ª divisão no ano passado e não fez formação em nenhum clube grande, esteve fabuloso. Estreou-se a marcar, num golo que valeu por dois, marcou e ainda confirmou (grande velocidade). Gostava de o ver a falso ponta de lança, numa espécie de João Pinto ou Sá Pinto.
Fernandez – Muito bom jogo do Chileno, acho que está começar a abrir o livro a cada partida que faz. Ontem já foi o Matigol da Selecção do Chile, espero que PS lhe dê mais oportunidades de jogar, não acho que seja tão decisivo quando se mistura com os médios defensivos e parte de trás, mas nesta altura precisa de bola e enquanto não subir os níveis de confiança, vai servindo como uma espécie de Pirlo com menos funções defensivas. Grandes passes e visão de jogo.
Postiga – Temos de admitir que este avançado tem tentado muito mudar o rótulo (justificado) de pouco eficaz. Fez um bom jogo, muito esforçado. Um grande golo e uma grande bola no poste fecharam uma exibição que ainda deu um golo a marcar a Salomão. Foi substituído por PS aos 60 e poucos minutos, talvez por ter merecido descansar mais até Aveiro, onde deverá ser titular. Se houver mais deste tipo de Postiga nos próximos jogos, Liedson vai mesmo ficar pelo banco.
Saleiro, Abel e André Santos - Abel entrou e ainda teve tempo para dar o último golo a Fernandez, o lateral está com o moral em alta e é opção muito válida nas contas de Paulo Sérgio. Saleiro quase marcou e Santos teve tempo para cortar meia-dúzia de passes.
Até breve
A realidade é que o Sporting fez um bom jogo, confiante, mais solto e sobretudo muito mais certeiro na hora de marcar. O 4-3-3 que PS desenhou em campo, já havia sido testado com muitos maus resultados, mas desta vez foi bem interpretado, com Salomão e Vukcevic a serem muito mais alas dos que Djaló ou Valdez conseguem neste momento fazer.
Patrício – Só trabalhou nos primeiros 5 minutos. Bem a sair dos postes nos cantos e livres.
Pereira – Houve muitos lances que não lhe saíram bem, mas regra geral foi um dínamo na ala direita.
Evaldo – Uma exibição segura, mas não tão convincente como estamos já habituados.
Polga – Errou no primeiro lance que foi chamado a intervir, mas depois disso limpou tudo. Penso que já merecia substituir Coelho no onze.
Carriço – O capitão liderou a equipa em todos os níveis, até no marcador. Está a superar claramente a fasquia que foi legada por Moutinho.
Maniche – Muito estável, bem no passe e bem no envolvimento atacante, PS entendeu avançá-lo no terreno quando entendeu que o Levski não tinha médios centrais que atacassem e Maniche deu-se bem. O homem gosta de atacar.
Zapater – Não concordo com as críticas na imprensa que dão notas muito baixas ao espanhol. Acho que esteve muito bem, vai a todas as jogadas e quer ser sempre um apoio para sair a jogar e isso expõe-no bastante às falhas. A meu ver foi um poço de força no centro do terreno e está ainda a adaptar-se à equipa.
Vukcevic – Em plena forma. É dos pés dele que sai o perigo e os adversários sabem-no. Teve marcação individual por todo o terreno e mesmo assim consegui dar a marcar e por duas vezes ia levantando o estádio com dois remates a seguir a grandes jogadas, muito empenho também em defender.
Salomão – Para um miúdo que andava na 3ª divisão no ano passado e não fez formação em nenhum clube grande, esteve fabuloso. Estreou-se a marcar, num golo que valeu por dois, marcou e ainda confirmou (grande velocidade). Gostava de o ver a falso ponta de lança, numa espécie de João Pinto ou Sá Pinto.
Fernandez – Muito bom jogo do Chileno, acho que está começar a abrir o livro a cada partida que faz. Ontem já foi o Matigol da Selecção do Chile, espero que PS lhe dê mais oportunidades de jogar, não acho que seja tão decisivo quando se mistura com os médios defensivos e parte de trás, mas nesta altura precisa de bola e enquanto não subir os níveis de confiança, vai servindo como uma espécie de Pirlo com menos funções defensivas. Grandes passes e visão de jogo.
Postiga – Temos de admitir que este avançado tem tentado muito mudar o rótulo (justificado) de pouco eficaz. Fez um bom jogo, muito esforçado. Um grande golo e uma grande bola no poste fecharam uma exibição que ainda deu um golo a marcar a Salomão. Foi substituído por PS aos 60 e poucos minutos, talvez por ter merecido descansar mais até Aveiro, onde deverá ser titular. Se houver mais deste tipo de Postiga nos próximos jogos, Liedson vai mesmo ficar pelo banco.
Saleiro, Abel e André Santos - Abel entrou e ainda teve tempo para dar o último golo a Fernandez, o lateral está com o moral em alta e é opção muito válida nas contas de Paulo Sérgio. Saleiro quase marcou e Santos teve tempo para cortar meia-dúzia de passes.
Até breve
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Na UEFA tudo bem
Noite grande em Alvalade. Pouco público e é pena, porque goleadas destas só têm sido regra contra o Sarilhense na pré-época. Foi bom ver Paulo Sérgio a sorrir outra vez e a reconhecer as "verdades" dos adeptos. Palmas também para como defendeu Liedson, colocando-o no banco e a utilização de Salomão, algo que os sportinguistas já vêm a pedir há tanto tempo.
Resta saber se foi sorte búlgara ou se esta equipa descobriu de repente como jogar e marcar golos.Um Postiga que serviu de Liedson fez a diferença.
Até breve
Resta saber se foi sorte búlgara ou se esta equipa descobriu de repente como jogar e marcar golos.Um Postiga que serviu de Liedson fez a diferença.
Até breve
Quem defende quem?
Paulo Sérgio já não é treinador do Sporting. Foi promovido. Agora é porta-voz de Bettencourt. Se isto não fosse tão ridículo, era um gesto muito nobre por parte do técnico. Mas é. Não cabe na cabeça de ninguém, ter de ser um treinador de futebol com 2 meses de trabalho a dar a cara pela defesa de toda a estrutura. Habilmente JEB parece delegar a todos menos ele próprio as acusações que “quer fazer”.
Penso que pelas últimas declarações de Paulo Sérgio, já deve ter chegado a casa do mesmo o tal colete à prova de bala, que tantas alegrias dava a JEB nos tempos de Paulo Bento. Nunca vi Pinto da Costa ou LF Vieira precisarem dos seus técnicos para na imprensa justificarem as suas direcções. É mais uma inovação a juntar ao dress code que Alvalade exigirá aos futuros espectadores. Não entendo, acho que também não é para ninguém entender.
Regulamentar as vuvuzelas é uma coisa, mas impedir um espectador de entrar em Alvalade pelo que traz vestido é outra. Uma defende a qualidade do espectáculo, a outra defende algo que só os casinos e alguns restaurantes de preços proibitivos parecem estar preocupados. Aparentemente alguns sócios (?) sentiram-se chocados com alguém que usando havaianas e calções, desprestigiava largamente a conduta e estatutos do clube (?). Isto nem merece mais comentários.
Numa semana em que Costinha apontou tantos problemas ao Alvalade XXI, desde a relva até a problemas de visionamento era de todo conveniente o departamento de comunicação ter “pedido” alguma calma na divulgação deste novo dress code. Aliás só posso apelidar de amadores as pessoas que com responsabilidade na comunicação externa do Sporting continuam a dar constantes “gaffes” em matérias tão sensíveis. É grave. Não me interessa a competência de quem está nesse departamento. Simplesmente não entende nada do que é um clube de futebol e a imprensa que o rodeia.
Voltando ao guarda-costas de Bettencourt, que por acaso também é treinador principal do Sporting, será engraçado (no sentido mais dramático to termo) ver Paulo Sérgio despedido depois de tanto defender quem o despede. Sintomático de alguma falta de coragem mediática que tem este nosso presidente, que tantas entrevistas dava. Que animal lhe terá comido a língua? Apareça senhor. É para isso que lhe pagamos.
Até breve.
Penso que pelas últimas declarações de Paulo Sérgio, já deve ter chegado a casa do mesmo o tal colete à prova de bala, que tantas alegrias dava a JEB nos tempos de Paulo Bento. Nunca vi Pinto da Costa ou LF Vieira precisarem dos seus técnicos para na imprensa justificarem as suas direcções. É mais uma inovação a juntar ao dress code que Alvalade exigirá aos futuros espectadores. Não entendo, acho que também não é para ninguém entender.
Regulamentar as vuvuzelas é uma coisa, mas impedir um espectador de entrar em Alvalade pelo que traz vestido é outra. Uma defende a qualidade do espectáculo, a outra defende algo que só os casinos e alguns restaurantes de preços proibitivos parecem estar preocupados. Aparentemente alguns sócios (?) sentiram-se chocados com alguém que usando havaianas e calções, desprestigiava largamente a conduta e estatutos do clube (?). Isto nem merece mais comentários.
Numa semana em que Costinha apontou tantos problemas ao Alvalade XXI, desde a relva até a problemas de visionamento era de todo conveniente o departamento de comunicação ter “pedido” alguma calma na divulgação deste novo dress code. Aliás só posso apelidar de amadores as pessoas que com responsabilidade na comunicação externa do Sporting continuam a dar constantes “gaffes” em matérias tão sensíveis. É grave. Não me interessa a competência de quem está nesse departamento. Simplesmente não entende nada do que é um clube de futebol e a imprensa que o rodeia.
Voltando ao guarda-costas de Bettencourt, que por acaso também é treinador principal do Sporting, será engraçado (no sentido mais dramático to termo) ver Paulo Sérgio despedido depois de tanto defender quem o despede. Sintomático de alguma falta de coragem mediática que tem este nosso presidente, que tantas entrevistas dava. Que animal lhe terá comido a língua? Apareça senhor. É para isso que lhe pagamos.
Até breve.
terça-feira, 28 de setembro de 2010
A madrugada de uma revolução
Nas vésperas da Revolução Francesa, sucedeu um fenómeno meteorológico que viria anos mais tarde a mudar o regime político do planeta. Depois de anos de seca a França que até aí era o país mais produtivo do mundo, atravessa uma fome épica, com as cidades à mingua por pão e outros bens alimentares essenciais.
A fome do povo alimentou um rastilho que as massas burguesas cansadas do predomínio político da nobreza fizeram acender. A 14 de Julho o povo de Paris convenientemente armado e instruído assalta a Bastilha dando início à substituição do status quo social, económico e político.
Séculos depois, outras “fomes” produzirão o mesmo efeito no Sporting. O “povo” leonino está a ser agitado e “instruído” num pronuncio de revolta que além de previsível, talvez seja necessário. Desde Roquette que sucessivas Direcções, de brasão ao peito, galantes e bem falantes se organizam para ocuparem os destinos de um clube que costuma ter estima pelas suas altas individualidades.
Mas, verdade seja dita, esta cúpula pensante não trazido mais resultados desportivos e muito menos tem sabido desenvolver o clube para que saia da sua postura de nobre endividado. Ou muito me engano ou está a chegar a hora da burguesia (de onde JEB foi resgatado para alinhar por outra classe). A hora de um qualquer business man de sucesso que com umas boas malas de conversa de “resgatar o clube”, “devolver o Sporting aos sócios” ou “transformar o clube numa equipa símbolo de vitórias”.
Não penso que seja um caminho evitável, nem mesmo tenho como certo que seja negativo para o Sporting renovar as suas fontes decisoras acabando com uma certa oligarquia que apodreceu na estética de dirigir com calma e perder com ainda mais serenidade. Pela minha parte não peço nenhum Sousa Cintra ou Jorge Gonçalves, penso que o tempo do circo já lá vai, mas pode muito bem surgir alguém que tão apaixonados como estas figuras inglórias, produza um abanão numa massa associativa que pasma por tudo e por nada.
Sei que para muitos Sportinguistas o que interessa é ganhar, na verdade essa necessidade é real e urgente, mas tenho receio das pressas e preferia que não chegássemos a um “golpe de estado”, mas uma vez “aceso” o povo não haverá lugar para transições calmas e apesar do slogan revolucionário, acho que o “povo não é nada sereno”.
JEB pode se ir preparando para, ou tomar as decisões que devia já ter tomado ou cair perante as teimosas calmas de que é tão adepto. Não é uma profecia, é a mais simples contemplação do cenário que hoje já está a ser montado.
Até breve.
A fome do povo alimentou um rastilho que as massas burguesas cansadas do predomínio político da nobreza fizeram acender. A 14 de Julho o povo de Paris convenientemente armado e instruído assalta a Bastilha dando início à substituição do status quo social, económico e político.
Séculos depois, outras “fomes” produzirão o mesmo efeito no Sporting. O “povo” leonino está a ser agitado e “instruído” num pronuncio de revolta que além de previsível, talvez seja necessário. Desde Roquette que sucessivas Direcções, de brasão ao peito, galantes e bem falantes se organizam para ocuparem os destinos de um clube que costuma ter estima pelas suas altas individualidades.
Mas, verdade seja dita, esta cúpula pensante não trazido mais resultados desportivos e muito menos tem sabido desenvolver o clube para que saia da sua postura de nobre endividado. Ou muito me engano ou está a chegar a hora da burguesia (de onde JEB foi resgatado para alinhar por outra classe). A hora de um qualquer business man de sucesso que com umas boas malas de conversa de “resgatar o clube”, “devolver o Sporting aos sócios” ou “transformar o clube numa equipa símbolo de vitórias”.
Não penso que seja um caminho evitável, nem mesmo tenho como certo que seja negativo para o Sporting renovar as suas fontes decisoras acabando com uma certa oligarquia que apodreceu na estética de dirigir com calma e perder com ainda mais serenidade. Pela minha parte não peço nenhum Sousa Cintra ou Jorge Gonçalves, penso que o tempo do circo já lá vai, mas pode muito bem surgir alguém que tão apaixonados como estas figuras inglórias, produza um abanão numa massa associativa que pasma por tudo e por nada.
Sei que para muitos Sportinguistas o que interessa é ganhar, na verdade essa necessidade é real e urgente, mas tenho receio das pressas e preferia que não chegássemos a um “golpe de estado”, mas uma vez “aceso” o povo não haverá lugar para transições calmas e apesar do slogan revolucionário, acho que o “povo não é nada sereno”.
JEB pode se ir preparando para, ou tomar as decisões que devia já ter tomado ou cair perante as teimosas calmas de que é tão adepto. Não é uma profecia, é a mais simples contemplação do cenário que hoje já está a ser montado.
Até breve.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Eu insisto em dizer mal?
Nunca me passou pela cabeça ver um presidente do Sporting a responder às críticas dos associados com identificações de forças de bloqueio externas. Supostamente estas pessoas, passam a vida a dizer mal do clube, afectando a imagem do mesmo.
Estas declarações são tão problemáticas que é melhor responder a JEB por partes:
1- O senhor presidente deveria saber quando se candidatou que o clube que dirige é uma organização que depende de vitórias e é para esse fim, e não outro, que foi eleito. Quando não existe vislumbre desse rumo, obviamente a sua acção, assim como a de todos os outros mandatados para esse objectivo, será sempre posta em causa.
2- Acho que JEB confunde identificar problemas, com criar problemas. Muitos sócios têm como eu vindo a alertar sistematicamente para alguns erros, falhas e decisões com pouco sentido. Estes sócios, não são de facto dirigentes do clube e expõem as suas diferenças em espaços mais ou menos públicos. O que não faz destes, onde me incluo, pessoas de má fé, que queiram denegrir a acção desta direcção.
3- Quando escolheu Costinha e Paulo Sérgio para a sua chefia do futebol, o Sr. Bettencourt sabia que estava a “inventar” uma solução arriscada. Pedia-se depois de Paulo Bento e Carvalhal pessoas com algum currículo e experiência para lidar com um conjunto de jogadores ou novos ou completamente de rastos com uma época vergonhosa. Agravante o facto de se ter vendido 2 jogadores dos 3 ou 4 fundamentais na equipa.
4- Ao verificar que as suas escolhas técnicas, que não foram ratificadas em nenhuma assembleia, não estão a resultar tinha 1 de 2 soluções, despedir o treinador e ou o director desportivo ou dar a cara pela má prestação da equipa apontando a sua visão de como se irá inverter a tendência.
5- O inimigo do Sporting não é o que o critica, é o que lhe der os parabéns pela prestação até agora conseguida. 1 época miserável e outra a caminho. Portanto convém é ouvir as críticas e equacionar se o rumo que definiu não pode ser reformulado.
Por minha parte continuarei a expressar todas as dúvidas que tenho, além das discordâncias, sendo certo que se o sucesso agradará sempre a todos, o insucesso custa também a todos. O fracasso de JEB será sempre o meu também, agravado pelo facto de nele ter depositado a minha confiança nas eleições.
Até breve.
Estas declarações são tão problemáticas que é melhor responder a JEB por partes:
1- O senhor presidente deveria saber quando se candidatou que o clube que dirige é uma organização que depende de vitórias e é para esse fim, e não outro, que foi eleito. Quando não existe vislumbre desse rumo, obviamente a sua acção, assim como a de todos os outros mandatados para esse objectivo, será sempre posta em causa.
2- Acho que JEB confunde identificar problemas, com criar problemas. Muitos sócios têm como eu vindo a alertar sistematicamente para alguns erros, falhas e decisões com pouco sentido. Estes sócios, não são de facto dirigentes do clube e expõem as suas diferenças em espaços mais ou menos públicos. O que não faz destes, onde me incluo, pessoas de má fé, que queiram denegrir a acção desta direcção.
3- Quando escolheu Costinha e Paulo Sérgio para a sua chefia do futebol, o Sr. Bettencourt sabia que estava a “inventar” uma solução arriscada. Pedia-se depois de Paulo Bento e Carvalhal pessoas com algum currículo e experiência para lidar com um conjunto de jogadores ou novos ou completamente de rastos com uma época vergonhosa. Agravante o facto de se ter vendido 2 jogadores dos 3 ou 4 fundamentais na equipa.
4- Ao verificar que as suas escolhas técnicas, que não foram ratificadas em nenhuma assembleia, não estão a resultar tinha 1 de 2 soluções, despedir o treinador e ou o director desportivo ou dar a cara pela má prestação da equipa apontando a sua visão de como se irá inverter a tendência.
5- O inimigo do Sporting não é o que o critica, é o que lhe der os parabéns pela prestação até agora conseguida. 1 época miserável e outra a caminho. Portanto convém é ouvir as críticas e equacionar se o rumo que definiu não pode ser reformulado.
Por minha parte continuarei a expressar todas as dúvidas que tenho, além das discordâncias, sendo certo que se o sucesso agradará sempre a todos, o insucesso custa também a todos. O fracasso de JEB será sempre o meu também, agravado pelo facto de nele ter depositado a minha confiança nas eleições.
Até breve.
domingo, 26 de setembro de 2010
Menos uma semana
O que se pode dizer depois do jogo frente ao Nacional é que não empatámos um jogo, perdemos uma semana.
Uma semana a menos para mudar, para abanar a equipa, para tentar dar um novo rumo ao futebol do clube. Retive o ar desolado de Paulo Sérgio ao atravessar o relvado para...cumprimentar o árbitro. É isto a nossa equipa, um permanente deserto de ideias colectivas.
Quase toda a equipa se esforçou, lutou, mas a inspiração nunca chegou, Vukcevic tentou e muito dar qualquer coisa ao jogo, mas esteve sozinho e depois de um golo inesperado de Saleiro, a equipa desarmou um pouco e o Nacional que não fez nada para o conseguir empatou. Menos 2 pontos. Menos uma semana. Que tristeza agonizante ver a prestação deste Sporting. Em 6 jogos, 2 vitórias, 2 empates (em casa!!) e 2 derrotas. É um pecúlio digno de um clube que luta pelo meio da tabela e não de um candidato sequer aos lugares UEFA.
Qualquer um pode entender que a equipa não está bem, que o treinador não é capaz de dar a volta à situação, que Bettencourt e Costinha estão a dar demasiado tempo a Paulo Sérgio. Não sou bruxo e nem adivinho muita coisa, mas consigo adivinhar o ambiente de balneário de uma equipa que com o horizonte no título, não vence à quatro jogos, marcou 1 golos nas mesmas partidas e sente que está mal e sem rumo para melhorar.
Aos adeptos leoninos que se contentavam com o facto de estarmos 1 ponto à frente do Benfica, aí está o fim dessa alegria tosca...estamos a 2 pontos do Benfica, a 3 pontos do Braga e a 10 do Porto, estamos em 7º lugar e com a ligação entre equipa e adeptos completamente destroçada.
Já referi que não podendo mudar de presidente e sendo cedo para despedir Costinha, temos de mudar de treinador. O risco de fazer uma época ainda pior do que a passada já não é distante é real e muito previsível. Tenho vindo a repetir-me nesta ideia e vou continuar a fazê-lo até que veja alguém com competência no banco leonino, alguém a que se veja alguma capacidade de inverter a lógica de futebol de meio da tabela, que neste momento rege os nossos jogadores.
Quantas derrotas, quantos empates caseiros, quantas humilhações teremos de aguentar até que JEB agarre nos destinos do clube e confronte Paulo Sérgio com a fraqueza da sua prestação, com a desilusão que nos traz ver os jogos do Sporting. Isto nunca mais acaba e começo a pensar que dirigentes que não tomam decisões, não estão a defender a equipa e a saber ter calma - estão a adiar o futuro do clube e a jogar fora mais uma época. Não posso mais com o ar pacifico e calmo de JEB nas bancadas, a ver o clube a ser constantemente ineficaz e incompetente.
O que custa arriscar, o que custa tentar algo diferente, o que custa admitir que se errou. O orgulho é um defeito e não uma virtude e está a custar-nos não uma equipa, mas uma ideia de clube. Este Sporting que passeia a sua calma de derrota em derrota é me estranho, prefiro a impaciência, a raiva, a exaltação. Pelo menos estas últimas expressão paixão e emoção e isso é tudo o que o clube não pode perder, se o fizer deixará de ser de facto grande.
Peço desculpa pela verborreia, mas confesso que me dá raiva esperar por apenas mais uma semana de humilhação em vez de esperar por ver futebol e espectáculo. A raiva vem da evidência que o clube não tem um bom treinador, a frustração vem da incapacidade que os dirigentes revelam em entender isto.
Até breve.
Uma semana a menos para mudar, para abanar a equipa, para tentar dar um novo rumo ao futebol do clube. Retive o ar desolado de Paulo Sérgio ao atravessar o relvado para...cumprimentar o árbitro. É isto a nossa equipa, um permanente deserto de ideias colectivas.
Quase toda a equipa se esforçou, lutou, mas a inspiração nunca chegou, Vukcevic tentou e muito dar qualquer coisa ao jogo, mas esteve sozinho e depois de um golo inesperado de Saleiro, a equipa desarmou um pouco e o Nacional que não fez nada para o conseguir empatou. Menos 2 pontos. Menos uma semana. Que tristeza agonizante ver a prestação deste Sporting. Em 6 jogos, 2 vitórias, 2 empates (em casa!!) e 2 derrotas. É um pecúlio digno de um clube que luta pelo meio da tabela e não de um candidato sequer aos lugares UEFA.
Qualquer um pode entender que a equipa não está bem, que o treinador não é capaz de dar a volta à situação, que Bettencourt e Costinha estão a dar demasiado tempo a Paulo Sérgio. Não sou bruxo e nem adivinho muita coisa, mas consigo adivinhar o ambiente de balneário de uma equipa que com o horizonte no título, não vence à quatro jogos, marcou 1 golos nas mesmas partidas e sente que está mal e sem rumo para melhorar.
Aos adeptos leoninos que se contentavam com o facto de estarmos 1 ponto à frente do Benfica, aí está o fim dessa alegria tosca...estamos a 2 pontos do Benfica, a 3 pontos do Braga e a 10 do Porto, estamos em 7º lugar e com a ligação entre equipa e adeptos completamente destroçada.
Já referi que não podendo mudar de presidente e sendo cedo para despedir Costinha, temos de mudar de treinador. O risco de fazer uma época ainda pior do que a passada já não é distante é real e muito previsível. Tenho vindo a repetir-me nesta ideia e vou continuar a fazê-lo até que veja alguém com competência no banco leonino, alguém a que se veja alguma capacidade de inverter a lógica de futebol de meio da tabela, que neste momento rege os nossos jogadores.
Quantas derrotas, quantos empates caseiros, quantas humilhações teremos de aguentar até que JEB agarre nos destinos do clube e confronte Paulo Sérgio com a fraqueza da sua prestação, com a desilusão que nos traz ver os jogos do Sporting. Isto nunca mais acaba e começo a pensar que dirigentes que não tomam decisões, não estão a defender a equipa e a saber ter calma - estão a adiar o futuro do clube e a jogar fora mais uma época. Não posso mais com o ar pacifico e calmo de JEB nas bancadas, a ver o clube a ser constantemente ineficaz e incompetente.
O que custa arriscar, o que custa tentar algo diferente, o que custa admitir que se errou. O orgulho é um defeito e não uma virtude e está a custar-nos não uma equipa, mas uma ideia de clube. Este Sporting que passeia a sua calma de derrota em derrota é me estranho, prefiro a impaciência, a raiva, a exaltação. Pelo menos estas últimas expressão paixão e emoção e isso é tudo o que o clube não pode perder, se o fizer deixará de ser de facto grande.
Peço desculpa pela verborreia, mas confesso que me dá raiva esperar por apenas mais uma semana de humilhação em vez de esperar por ver futebol e espectáculo. A raiva vem da evidência que o clube não tem um bom treinador, a frustração vem da incapacidade que os dirigentes revelam em entender isto.
Até breve.
Banalidades
No lançamento do jogo frente ao Nacional, um Paulo Sérgio com semblante pesado afirmou que é da mais extrema importância não deixar descolar os mais directos adversários na tabela, ganhando, com ou sem bom futebol. Apesar da eficácia Portista colocar para já todos os candidatos bastante longe do título, é conveniente relançar o clube nas vitórias, e assim salvar este técnico que dá uma conferência de imprensa que não motiva, não esclarece, não apresenta nada de novo a não ser um conjunto de frases feitas que qualquer jogador poderia ter dito.
Obviamente que os jogos não se ganham com mind games, mas convém que o técnico Leonino se lembre que o futebol é o desporto em que mais se joga fora das quatro linhas e não adianta ter camisolas lindas, cachecóis muito bonitos, cheerleaders no relvado para que o porta-voz mor do clube e primeiro interlocutor da equipa encare a comunicação para os media como um item de agenda. O tempo de passear o sponsor no boné acabou senhor Paulo Sérgio, e os sócios do Sporting não habitam nas tascas de Paços de Ferreira, uma conferência de imprensa é um espaço importante para falar aos adeptos, criar dúvidas ou condicionar os adversários e por último ajudar a que a imprensa canalize as suas ideias nos noticiários.
Mas como em muitas outras coisas, PS ainda não entendeu o que é treinar um grande e por agora temos de nos deleitar com o bombardeamento em massa de clichés futebolísticos que roçam gravemente a banalidade. Espero que a equipa não exiba o mesmo comportamento em campo.
Até breve.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
As más dores de cabeças
Lentamente o trabalho de Paulo Sérgio vai sendo facilitado da pior forma, ou seja com lesões. O panorama de ausências para o próximo jogo é um pouco preocupante. Valdês, Maniche, Izmailov, Grimi, Pedro Mendes não vão equipar para o encontro o que deixa as opções para a linha média limitada a Zapater, André Santos, Vukcevic, Salomão e Tales Souza. Temos portanto a equipa feita, pelo menos na zona central.
Talvez este momento seja aproveitado para dar mais uma aberta a Salomão, mas não acredito que o nosso treinador deixe Djaló no banco. Não sou bruxo mas acho que PS irá alinhar com Patrício, Pereira, Evaldo, Carriço, Polga, Santos, Zapater, Djaló, Vukcevic, Liedson e Postiga. O que também quer dizer que vamos sofrer para ver golos em Alvalade.
Não tenho mais palavras para descrever a pouca fé que esta equipa me transmite e a somar-se às lacunas óbvias do plantel temos lesões que preocupam as alternativas aos titulares de início de época. Isto só lá vai com muita capacidade de superação, o que sinceramente não tenho visto. Mas como o futebol é rico em surpresas, pode até acontecer que o Sporting faça um grande jogo, o tal que o treinador viu na Luz, mas desta vez em versão verdade.
Até breve.
Talvez este momento seja aproveitado para dar mais uma aberta a Salomão, mas não acredito que o nosso treinador deixe Djaló no banco. Não sou bruxo mas acho que PS irá alinhar com Patrício, Pereira, Evaldo, Carriço, Polga, Santos, Zapater, Djaló, Vukcevic, Liedson e Postiga. O que também quer dizer que vamos sofrer para ver golos em Alvalade.
Não tenho mais palavras para descrever a pouca fé que esta equipa me transmite e a somar-se às lacunas óbvias do plantel temos lesões que preocupam as alternativas aos titulares de início de época. Isto só lá vai com muita capacidade de superação, o que sinceramente não tenho visto. Mas como o futebol é rico em surpresas, pode até acontecer que o Sporting faça um grande jogo, o tal que o treinador viu na Luz, mas desta vez em versão verdade.
Até breve.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
A arte de gerir no futebol
Quando a imprensa começa a dar muitos palpites quanto à táctica e entradas e saídas do onze de uma equipa, normalmente isso é reflexo da fragilidade que as opções do treinador revelam. No ano de Quique Flores, isso era regra básica. Todas as semanas à quarta ou quinta-feira os jornais começavam a planear o jogo, com todas as nuances típicas de um bom treinador de bancada. Normalmente falhavam. Primeiro porque a visão do espanhol do que era o futebol português estava errada e depois porque qualquer técnico detesta corresponder à previsibilidade das suas opções.
Seja como for, é um braço de ferro que nunca será ganho pelo técnico. Se errar revelará falta de “sentido táctico”, se acertar estará só a cumprir a sua função. Assim começa a desenrolar-se a passadeira vermelha que conduz a um rótulo de incompetência e à pressão para sair no final. Para Paulo Sérgio já começou. Se olharmos à imprensa desta semana, está lá tudo.
Complemento ideal a este cenário são as declarações dos jogadores que preservando o seu “estado de graça” atiram frases de motivação para os adeptos do género “Queremos mostrar que somos capazes…”, “Só pensamos no título…”, “Temos de criar uma dinâmica de vitórias…”. Mais do que reflectir um panorama de vontade colectiva, estas afirmações são um instrumento (um pouco labrego) de convencer as massas que a equipa “está unida” e não se deixou abater pelos desaires.
Esta tentativa de osmose, regra geral, não serve para nada. Apenas as vitórias e os bons desempenhos levantam o moral de um adepto, era bom que o departamento de comunicação do Sporting entendesse isto. Era milhares de vezes mais útil e refrescante ouvir alguém do clube dar o tal “peito às balas” que Bettencourt tanto gostava de dividir com Paulo Bento. Aliás este ano, nem o treinador, nem Costinha, nem Bettencourt parecem muito disponíveis para grandes análises, especialmente nas semanas a seguir aos maus resultados.
Estes mini-blackouts, são estratégicos sem dúvida, mas o que querem dizer para os adeptos? Penso que as seguintes frases poderiam ser uma resposta honesta:
“Aguentem-se lá com mais uma derrota e vão se habituando.”
“Porra correu muita mal, mas o que vocês querem?”
“Azarucho, mas pode ser que para a semana isto melhore”
“Não se preocupem, esta época era mesmo para esquecer”
“A sorte é que até Junho, só faltam 10 meses”
Se o Manchester tem o “Teatro dos Sonhos”, o Sporting tem um verdadeiro “Teatro do Burlesco” onde todas as semanas se vai despindo a roupa de vencedor e exibindo a nudez de erros sistemáticos. Gostava que parasse e que alguém tivesse a coragem de entender o muito que falta fazer, começando por entender o que é o clube, o que é um clube, o que é o futebol e como se ganha. Se não o sabem, não estão lá a fazer nada, é que por aproximação, ou tentativa e erro, até eu podia lá estar. Ganharia bem menos.
Até breve.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Forever Portugal
Parabéns ao Paulo Bento. Seja o que for que lhe foi pedido para fazer com a Selecção, temos de dar os parabéns a um treinador que soube esperar uma grande oportunidade. Gostava de renovar este gesto daqui a um ano com o apuramento, mas será muito difícil face à trapalhada que já foi feita.
Tenho muita estima por este treinador, que apesar de ter feito uma última época miserável no Sporting sempre foi duma correcção para com o clube e os sócios inexcedível. É o prémio por uma aura de seriedade que soube construir com muito sentido de dever, palavra e humildade.
Não sei se será forever na Selecção, só espero é que não o tratem da forma como trataram o último seleccionador.
Até breve.
Subscrever:
Mensagens (Atom)



